| |
Sugestão de leitura
Primeiro dia (+ o que ler sobre jornalismo digital)
Começou hoje cedo o 46º programa de treinamento.
Já pedi ao Matheus que tire fotos da turma, para poder apresentá-los no blog.
Vamos tentar contar aqui, todos os dias, o que estamos fazendo no curso.
Hoje cedo conversamos um pouco sobre os exercícios do programa e os trainees almoçaram com seus "padrinhos" --jornalistas que se voluntariaram para acompanhá-los, tirar dúvidas, analisar textos etc.
Neste exato momento (14h30) a turma está conversando com ALEC DUARTE, editor-assistente de Esporte e professor de webjornalismo, sobre as novas possibilidades trazidas pelo jornalismo digital.
Amanhã, eles devem acompanhar as discussões do MediaOn. Para quem se interessar pelo assunto, vão abaixo as indicações de leitura feitas pelo Alex:
Textos ALTERMAN, Eric. "Out of print: life and death of the american newspaper". The New Yorker, 2008 http://www.newyorker.com/reporting/2008/03/31/080331fa_fact_alterman BRADSHAW, Paul. "Basic principles of online journalism" http://onlinejournalismblog.com/tag/basic-principles/ JARVIS, Jeff. "The press becames the press-sphere" http://www.buzzmachine.com/2008/04/14/the-press-becomes-the-press-sphere/ JARVIS, Jeff. "No jornalismo, as boas idéias são do público". Entrevista ao jornal português "Público", 21.04.2008 http://ultimahora.publico.clix.pt:80/noticia.aspx?id=1326487&idCanal=61 KOBLIN, John. "What's News? Who knows! Welcome to print 2.0". The New York Observer,2008 http://www.observer.com/2008/what-s-news-who-knows-welcome-print-2-0 SALAVERRÍA, Ramón. "De la pirâmide invertida al hipertexto". http://www.unav.es/fcom/mmlab/mmlab/investig/piram.htm SCHIMTT, Valdenise e FIALHO, Francisco Antonio Pereira. "A Cauda Longa e o jornalismo - Como a teoria da Cauda Longa se aplica no jornalismo". UFSC, 2007 http://www.compos.org.br/files/09ecompos09_Schmitt_Fialho.pdf THOMPSON, Bill. "Net gains and pains for journalism". BBC News, 2008 http://news.bbc.co.uk/2/hi/technology/7338238.stm WOLFF, Michael. "Is this the end of news?". Vanity Fair, 2007) http://www.vanityfair.com/politics/features/2007/10/wolff200710 Para aprofundar wikijornalismo, jornalismo participativo e tendências da vida digital BRADSHAW, Paul. "Wiki journalism: are wikis the news blogs?". Future of newspaper conference, Cardiff, 2007 http://onlinejournalismblog.files.wordpress.com/2007/09/wiki_journalism.pdf BOWMAN, Shayne e WILLIS, Chris. “We Media – How audience are shaping the future of news and information (Elsevier, 2003) http://www.hypergene.net/wemedia/weblog.php GILLMOR, Dan. "We the media". CA, USA (O'Reilly Media, Inc., 2004) http://www.oreilly.com/catalog/wemedia/book/ HOWE, Jeef. "Crowdsourcing: How the Power of the Crowd is Driving the Future os Business" (Crow Business, 2008) http://www.amazon.com/Crowdsourcing-Power-Driving-Future-Business/dp/0307396207
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 14h53
Xico Sá indica
Para fechar o ciclo, seguem as dicas de leitura de XICO SÁ:
- A alma encantadora das ruas -João do Rio
- Um Bom Par De Sapatos E Um Caderno De Anotaçoes -- Como Fazer Uma Reportagem -de Anton Tchekhov
- Balas de Estalo - reunião crônicas políticas e de costumes de Machado de Assis
- Dez dias que abalaram o mundo - John Reed
- Paris é uma festa - E. Hemingway
- Na pior em Paris e Londres - George Orwell
- O SEGREDO DE JOE GOULD, de Joseph Mitchell (AULA GENIAL DE COMO FAZER UM PERFIL DE UM PUTA PERSONAGEM PRATICAMENTE ANÔNIMO)
- Tudo de Nelson Rodrigues, claro
- Malagueta, perus e bacanaço -João Antônio
- Vidas Secas - Graciliano Ramos
- "Bartleby, O Escriturário" - de Herman Melville
- A milésima segunda noite da av. paulista - Joel Silveira
- Dicas úteis para uma vida fútil -um manual para a maldita raça humana - Mark Twain
- O perigo da hora - o século XX nas páginas do The Nation (textos de Kurt Vonnnegut, H.L. Mencken, Gore Vidal, John dos Passos entre outros bambas) -tem uma tradução brasileira da editora Scritta
Cinco autores por Ruy Castro Provocações de Janio de Freitas As sugestões de Elio Gaspari
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 20h01
5 autores
RUY CASTRO faz as indicações de hoje:
Cinco livros é difícil. Serve cinco autores?
Rubem Braga, Millôr Fernandes, Carlos Heitor Cony, Joel Silveira e o Paulo Francis dos anos 60.
Escrever "como eles", depois que se aprende, não tem muito problema.
O problema é o sujeito se tornar eles -- ou seja, ter a cabeça que permite escrever aquelas coisas...
Provocações de Janio de Freitas As sugestões de Elio Gaspari
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 12h25
Literatura não ajuda a escrever bons textos
A provocação é de meu mestre JANIO DE FREITAS, instado por MARIO MAGALHÃES a indicar livros para jornalistas.
Mas ele faz a ressalva: textos de noticiário. E, dito isso, dá ótimas dicas:
Livros a recomendar, não tenho. Se interessar um palpite, ei-lo. 1- Não tenho convicção de que literatura seja importante como ajuda para escrever bons textos de noticiário. Repito: de noticiário. Mas a leitura atenta de Machado, Eça, Lima Barreto, por exemplo, pode ajudar a desenvolver o gosto pelas palavras, em seus sentidos mais afinados e suas combinações mais resultantes. A leitura de textos entre o jornalismo livre e a literatura me parece ainda mais útil (e mais fácil de ler nestes tempos). São os textos dos cronistas, com realce para Rubem Braga e Paulo Mendes Campos, depois Carlos Drummond de Andrade e Manuel Bandeira. 2- Dicionário. Criar o hábito de consultá-lo quando houver dúvida sobre o melhor sentido de uma palavra, não só quando se está lendo, é de imensa ajuda para a precisão e a inteligibilidade do texto jornalístico. E para evitar a mediocridade dos textos cujos autores escrevem sempre com as mesmas palavras, ignorantes até dos sinônimos mais singelos. Bem portátil, o Mini Caldas Aulete é bastante bom. 3- Uma chave importante, talvez a mais importante, para o repórter que quer aprimorar o seu texto, é ler jornal com este propósito. Ler com atenção os textos que mais agradem, e procurar descobrir por que agradam, estudá-los mesmo. Se o autor for alcançável, não há motivo para desperdiçar uns papos com ele sobre redação, estrutura de notícia, diferentes técnicas de texto, e por aí (a meu ver, não há melhor maneira de aprender: foi assim que se formaram os melhores escritores de jornalismo que conheci, aqui e no exterior). [Para ter uma idéia de como se pode estudar um texto, leia post em que faço isso com um artigo]
As sugestões de Elio Gaspari
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 19h07
As sugestões de leitura de Elio Gaspari
Meu colega MARIO MAGALHÃES divide com os leitores do blog as indicações de bons livros para jornalistas que recolheu durante a semana de palestras.
Foram quatro os "sugerentes", todos colunistas da Folha, com textos fenomenais: ELIO GASPARI, JANIO DE FREITAS, RUY CASTRO e XICO SÁ.
Seguindo a velha tática maquiavélica do "Faça o mal numa tacada só e o bem aos pouquinhos", vou colocar a cada dia uma das listas.
Vai, então, a do Gaspari (nas palavras dele mesmo):
- Machado de Assis. Qualquer um. Tem efeito balsâmico, o sujeito lê à noite e escreve melhor no dia seguinte.
- Manuel Bandeira, qualquer coisa. Ajuda a gostar das palavras.
- Mencken. Em matéria de estilo devastador, é o pai da matéria. [Dois livros dele foram traduzidos para o português: "O Livro de Insultos de H.L. Mencken", seleção e tradução de Ruy Castro, editado pela Companhia das Letras - São Paulo, 1988, esgotado; e "Os Americanos", edição portuguesa, Antigona, 2004].
- A reportagem de Hiroshima do John Hersey. Saiu em português [Companhia das Letras, série Jornalismo Literário].
- Para ter uma coisa atual, o capítulo da morte do Sérgio Vieira de Mello da Samantha Power. O livro acaba de sair.
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 11h42
E por falar em jornalismo gráfico
Meu colega ALEC DUARTE avisa:
O livro "Infografia 2.0", do espanhol Alberto Cairo, será lançado no começo de setembro. Cheio de exemplos (bons e ruins), trata da web e de papel. O primeiro capítulo, como aperitivo, está aqui
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 16h40
Cuidado, você pode estragar a vida dos outros


Essas são sugestões do ombudsman da Folha, CARLOS EDUARDO LINS DA SILVA, em sua coluna de domingo sobre como jornalistas podem estragar a vida de gente inocente.
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 10h56
O que é que você está lendo?
No pé deste post bem legal que minha recém-trainee CRISTINA MORENO DE CASTRO escreveu, ela lança a sugestão: diga que livro você está lendo nos comentários.
Acho que é mesmo um bom momento --começo de férias!!!-- para atualizarmos nossa lista de livros indicados pelos leitores. A primeira lista, pra quem quiser ver, está aqui neste link. (Na seção "sugestão de leitura" há outras idicações).
Diga, portanto, que livro você está lendo e faça um breve comentário sobre por que ele pode ser útil a um jornalista. Quando eu voltar das férias, junto tudo num lugar só e republico aqui no blog.
Uma das disciplinas que mais me encantaram no curso de comunicação social foi "Sociologia da Literatura". O professor Ronaldo Noronha quis mostrar como podemos tirar um retrato da sociedade brasileira por meio dos livros de ficção.
Quatro obras nos ajudariam a entender o Brasil moderno, segundo escolha do professor Noronha:
- "O Guarani" (1857), José de Alencar
- "Triste Fim de Policarpo Quaresma" (1915), Lima Barreto
- "Macunaíma" (1928), Mário de Andrade
- "Viva o povo brasileiro" (1984), João Ubaldo Ribeiro
Em nossos dois últimos dias de treinamento, tivemos um curso com o professor Joel Rufino dos Santos. Sempre o associei a livros infantis, já que ele escreveu dezenas deles e pude ler alguns, que me deram um entendimento dos problemas enfrentados pelos negros quando eu ainda era criança.
De uma maneira muito mais superficial que a aula de Noronha (afinal, ele teve que espremer seis meses em seis horas), mas passando por uma literatura muito mais abrangente, Joel Rufino nos mostrou como esses quatro livros – e também "Grande Sertão: Veredas", "A Vida como ela é", "Memórias do Cárcere", "Dom Casmurro", "Quarto de Despejo" e muitos outros – ajudaram a construir a identidade nacional, e inclusive a unicidade lingüística no Brasil.
O mais importante: explicou como a literatura ajuda o jornalismo de várias formas. Algumas delas:
- A boa literatura desorganiza o sentido. O bom jornalismo também deve inverter lógicas impostas, para tentar trazer informação que não estava óbvia a toda a sociedade.
- Muitos livros, como os de Machado de Assis, Lima Barreto e Graciliano Ramos, tiram as máscaras da realidade, desconfiam do que é posto como verdade, muitas vezes pelas vias da ironia. O bom jornalismo também deve ser cabreiro.
- Tanto a literatura como a mídia ajudam a construir a comunidade nacional, dar corpo a uma identidade. Mesmo a língua é construída pelos processos da literatura e dos textos jornalísticos.
- Alguns livros dão um zoom numa realidade que poderia estar inalcançável ao jornalista. Quanto mais livros são lidos, mais a realidade nacional vai sendo absorvida e interpretada pelo jornalista, que também é um mediador importante do corpo social.
O professor usou várias obras como exemplo, mas pensei numa outra, que me marcou: o clássico modernista "Os Ratos", de Dyonélio Machado. O livro pinta um retrato da sociedade gaúcha nos anos 30, mas que bem pode ser transportada para realidades atuais, em outras regiões do país. Trata de um pé-rapado que passa o dia inteiro angustiado na tentativa de saldar uma dívida, e recorre a mil estratagemas para tentar conseguir uns trocados.
O professor fez várias provocações, suscitou algumas reflexões (uma delas, do colega Iago, sobre o imaginário que temos dos índios, muito influenciado pelo Peri e a Iracema de Alencar, ter sido construído porque os portugueses tiveram a sorte de ter entrado em contato com um tipo bem amigável de índios, que deslumbrou Pero Vaz de Caminha e ficou para sempre registrado em sua carta), mas a principal, que fica para este blog, é esta:
leia.
E não só jornais, livros-reportagem, biografias, livros de história, de filosofia, de não-ficção. A literatura de ficção também é ferramenta essencial para o bom jornalista.
[Sugestão: indiquem os livros que estão lendo agora aí na parte de comentários!]
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 18h41
O que ler sobre violência
Indicações do meu colega RAPHAEL GOMIDE:
1. "O Espírito Militar", Celso Castro, Jorge Zahar Editor
2. "Quem vigia os vigias?", sobre pesquisas com policiais e experiências de ouvidoria e corregedoria.
Julita Lemgruber e Leonarda Musumeci, Ignácio Cano, ed. Record
3. "Mídia e Violência", MÍDIA E VIOLÊNCIA: COMO OS JORNAIS RETRATAM A VIOLÊNCIA E A SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL,
Silvia Ramos e Anabela Paiva
Página do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (Universidade Cândido Mendes), muito boa a produção.
4. "História da Polícia no Rio de Janeiro -1808 a 1930- Uma Instituição a Serviço das Classes Dominantes" - delegado de PF Marcos David Salem, ed Lumen Juris
5. Jaqueline Muniz (A Crise de Identidade das Polícia Militares Brasileiras: Dilemas)
"Ser Policial é, Sobretudo, uma Razão de Ser": cultura e cotidiano da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, tese de doutourado
.
B. Outros sobre violência, Segurança Pública e sua relação com a imprensa, em geral (são só alguns que conheço, deve haver milhões de outros interessantes).
"Crianças do Tráfico", Luke Dowdney. Ed. Sete Letras
"50 anos de crimes" - org. Fernando Molica
Relatórios de Direitos Humanos (rede Social de Justiça e Direitos Humanos, Anistia Internacional, Human Rights Watch)
"Nova Polícia, Inovações nas polícias de seis cidades norte-americanas", David Bailey, Jerome Skolnick
"Arquitetura contra o crime", Marcos Antônio Amaro, comandante da GM do Rio
"Polícia e Comunidade", ISP (Instituto de Segurança Pública)
Página do ISP, com estatísticas da criminalidade no Rio
"Cidade de Deus", Paulo Lins
"Abusado", Caco Barcellos
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 18h39
Veneno, remédio, futebol
Dica que peguei emprestada do ombudsman da Folha, CARLOS EDUARDO LINS DA SILVA: o livro “Remédio Veneno”, de José Miguel Wisnik, sobre grandes jogadores de futebol:
"José Miguel Wisnik tem um dos melhores textos do país. Recomendo com ênfase aos colegas que se interessam por qualidade de texto que leiam o livro com atenção."
Em tempo, o Roda Viva entrevista o autor hoje à noite.
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 14h14
O futuro da escrita
A dica é de meu trainee BRENO COSTA: a nova edição da revista Columbia Journalism Review é dedicada especialmente ao "futuro da escrita e da leitura".
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 10h35
Indicações do congresso de jornalismo investigativo
A dica é de minha trainee GIULLIANA BIANCONI:
Uma das coisas que considero mais legais em congressos é a indicação de livros feita pelos palestrantes.
Como às vezes gostamos muito de um determinado assunto discutido e não temos a oportunidade de aprofundá-lo – já que o tempo de duração da palestra não permite - uma alternativa é investir na leitura de obras que possam nos ajudar a entender melhor o que nos foi apresentado.
Abaixo listo os que foram indicados nas palestras a que assisti:
- Curso de Siaf (sobre o Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo; indicado pelo economista Gil Castelo Branco, da ONG Contas Abertas, que ministrou o curso "Como Investigar gastos Públicos").
- O Combate à Corrupção nas Prefeituras do Brasil (indicado pelo jornalista Fábio Oliva, da Folha do Norte, que ministrou a palestra "Como Fiscalizar as Administrações Municipais: uma Metrópole e um Município Pequeno").
- Gestão de Recursos Federais: manual para os agentes municipais (também indicado pelo jornalista Fábio Oliva, da Folha do Norte).
- Crime Organizado na Convenção de Palermo (sobre lavagem de dinheiro; indicado pelo jornalista Amaury Ribeiro Jr, do Correio Braziliense, que ministrou palestra sobre o tema).
- Fama e Anonimato (séries de reportagens escritas pelo americano Gay Talese, um dos expoentes do new journalism; indicado pelo jornalista Cláudio Júlio Tognolli, que ministrou palestra sobre "Metodologia Aplicada à Reportagem").
E mais algumas de minha leitora Patrícia, de Natal:
Na palestra "Como construir o texto jornalístico", da Abraji, o Paulo Totti (Valor), também deu suas indicações. São três livros básicos e fundamentais, segundo ele, para qualquer jornalista ler antes de fazer qualquer reportagem:
-
“Formação Econômica do Brasil” (Celso Furtado);
-
“Raízes do Brasil” (Sérgio Buarque de Hollanda);
-
e “Casa Grande e Senzala” (Gilberto Freyre)
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 17h31
Mundo virtual
Nesta semana os trainees conversaram com meu colega ALEC DUARTE, editor-assistente de Esporte e professor de jornalismo on-line, sobre como integrar melhor as duas plataformas no trabalho do dia-a-dia.
Divido com vocês a recomendação de leitura que ele passou para a turma de treinamento:
Eis sugestões de textos + livros que têm a ver com o assunto "novas tecnologias - jornalismo impresso - jornalismo on-line - participação do público - vida digital". Quase tudo está disponível na rede e são textos relativamente pequenos. Para os malucos que quiserem se aprofundar, daí deixei sugestões de livros tb. Manual BRIGGS, Mark. "Jornalismo 2.0: como sobreviver e prosperar - Um guia de cultura digital na era da informação". Knight Center Jounalism for the Americas, 2007 http://knightcenter.utexas.edu/ccount/click.php?id=3
Textos ALTERMAN, Eric. "Out of print: life and death of the american newspaper". The New Yorker, 2008 http://www.newyorker.com/reporting/2008/03/31/080331fa_fact_alterman BRADSHAW, Paul. "Basic principles of online journalism" http://onlinejournalismblog.com/tag/basic-principles/ JARVIS, Jeff. "The press becames the press-sphere" http://www.buzzmachine.com/2008/04/14/the-press-becomes-the-press-sphere/ JARVIS, Jeff. "No jornalismo, as boas idéias são do público". Entrevista ao jornal português "Público", 21.04.2008 http://ultimahora.publico.clix.pt:80/noticia.aspx?id=1326487&idCanal=61 KOBLIN, John. "What's News? Who knows! Welcome to print 2.0". The New York Observer,2008 http://www.observer.com/2008/what-s-news-who-knows-welcome-print-2-0 SALAVERRÍA, Ramón. "De la pirâmide invertida al hipertexto". http://www.unav.es/fcom/mmlab/mmlab/investig/piram.htm SCHIMTT, Valdenise e FIALHO, Francisco Antonio Pereira. "A Cauda Longa e o jornalismo - Como a teoria da Cauda Longa se aplica no jornalismo". UFSC, 2007 http://www.compos.org.br/files/09ecompos09_Schmitt_Fialho.pdf THOMPSON, Bill. "Net gains and pains for journalism". BBC News, 2008 http://news.bbc.co.uk/2/hi/technology/7338238.stm WOLFF, Michael. "Is this the end of news?". Vanity Fair, 2007) http://www.vanityfair.com/politics/features/2007/10/wolff200710 Para aprofundar wikijornalismo, jornalismo participativo e tendências da vida digital BRADSHAW, Paul. "Wiki journalism: are wikis the news blogs?". Future of newspaper conference, Cardiff, 2007 http://onlinejournalismblog.files.wordpress.com/2007/09/wiki_journalism.pdf BOWMAN, Shayne e WILLIS, Chris. “We Media – How audience are shaping the future of news and information (Elsevier, 2003) http://www.hypergene.net/wemedia/weblog.php GILLMOR, Dan. "We the media". CA, USA (O'Reilly Media, Inc., 2004) http://www.oreilly.com/catalog/wemedia/book/ KEEN, Andrew. "The Cult of the Amateur: How Today's Internet is Killing Our Culture". Currency, 2007 SHIRKY, Clay. "Here Comes Everybody". Allen Lane, 2008. http://www.amazon.com/Here-Comes-Everybody-Clay-Shirky/dp/0713999896
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 15h56
Entrevista
Dica de minha trainee GIULLIANA BIANCONI:
Entrevista interessante com Steve Coll, que está lançando novo livro sobra Osama Bin Laden. Foi publicada na alemã Der Spiegel e já está devidamente traduzida no blog Acerto de Contas, que eu considero um bom blog
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 16h49
Palavras
Minha ex-trainee KÊNYA ZANATTA, hoje documentarista em Paris, sugere uma leitura bem interessante:
Ontem estava lendo Internazionale, que é o equivalente italiano --e ainda melhor, na minha opinião-- do Courrier International francês, e encontrei este artigo sobre o jornalismo praticado em Israel.
Achei interessantíssimo como o autor analisa os termos utilizados para falar do conflito Israel-Palestina e de como eles podem mascarar ou dar uma imagem unilateral da realidade.
E me fez pensar também sobre o que as minhas escolhas de vocabulário dizem sobre a minha visão de mundo. Achei que podia te interessar e quem sabe alimentar as discussões do programa de treinamento...
A versão original do artigo, em inglês, está no site da London Review of Books.
Onde dói o calo - reflexões sobre o uso da palavra deficiente
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 07h29
Ver mensagens anteriores
|
|
|
|