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Dica do dia
Aquecimento global
Minha leitora Natalia é quem dá o presente da vez:
Descobri uma ferramenta muito legal fazendo uma matéria
sobre Mudanças Climáticas e resolvi compartilhar. Não sei se você
já conhece, mas aí vai. É o site Climate
Analysis Indicators Tools do World Resources Institute.
Para navegar é muito fácil basta se cadastrar gratuitamente que dá para
acessar todos os levantamentos feitos pelo Insituto sobre emissões de gases do
efeito estufa, gerando gráficos e tabelas de acordo com o que você necessita. Dá
para fazer projeções também. É ótimo para quem trabalha com
infografia.
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 19h35
Para quem gosta de foto
Dica do Leonardo, de Londrina:
Para quem gosta de foto, dois blogs dos fotógrafos dos jornais O Globo e Extra: http://oglobo.globo.com/blogs/fotoglobo/ http://extra.globo.com/blogs/fotografia/
O do Extra, tem algumas fotos dos fotógrafos na frente das lentes --uma espécie de making of, que mostra as condições que o profissonal teve para fazer o trabalho. Curioso.
No do Globo, os leitores mandam suas fotos que recebem comentários impagáveis, mas não menos didáticos, dos fotógrafos do jornal.
Quem gosta de foto mas fotografa mal (meu caso), acaba se reconhecendo no erro alheio e aprendendo com as dicas. Divertido.
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 16h32
Informações sobre os candidatos
A Abraji criou um site sobre eleições municipais com links para consultas sobre declaração de bens, prestações de contas de comitês, CNPJs de campanhas, coligações e estatísticas.
Também são indicados projetos da ONG Transparência Brasil que permitem mapear o financiamento de campanha nas eleições passadas e saber se os candidatos têm ocorrências na Justiça e se são ligados a grupos de interesse.
O site permite montar tabelas e rankings interativos a partir de dados do TSE.
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 18h49
Pesquisa na internet
Marcelo Soares já foi meu aluno, mas hoje é meu professor.
É um desses amantes da informática, que adora novos sites, novos programas, novas ferramentas para achar informação.
Ele está dando na semana de palestras um curso de três aulas sobre como melhorar sua pesquisa na internet.
É bem introdutório, mas o objetivo principal é fazer um alerta: googlar a esmo nem sempre resolve e muitas vezes gasta tempo.
Marcelo divide com os leitores do blog alguns sites que mostrou aos trainees:
1) A primeira parte eu concentrei em funções do Google, pela familiaridade que todos já têm com o básico delas.
Todo mundo já usa o Google no dia-a-dia, mas usar suas funções avançadas ajuda a filtrar os dados e chegar mais rápido à informação que se quer. Especial atenção aos filtros por tipo de site (gov.br, por exemplo) e de arquivo (.xls, por exemplo, pra pegar planilhas). Vale ressaltar que todas essas funções – e outras! – também podem ser usadas digitando o comando. Mas usando a busca avançada não precisa decorar.
2) Google Maps
Esta é outra utilidade do Google em que muita gente já deu pelo menos uma olhadinha. Ele ganha força, porém, quando é usado para organizar informações no território. Veja por exemplo este mapa sobre decisões judiciais proibindo a publicação de notícias ou nomes devido ao período eleitoral, ou este, mostrando incêndios no sul da Califórnia, feito pelo Los Angeles Times em outubro do ano passado. É bastante fácil fazer seu próprio mapa para organizar informações que você coleta no trabalho do dia-a-dia – sejam assassinatos, engarrafamentos, acidentes de trânsito, propaganda eleitoral, cinemas que passam o filme do Batman ou o que você quiser.
3) Google Reader
É um organizador de notícias em RSS, que me salva a vida todo dia. Eu tenho cadastradas 370 fontes de notícias, e ele recebe dados de todas elas. É como se eu fosse ler 370 sites por dia, mas poupando o tempo. Mais ainda, dá pra pesquisar lá dentro do noticiário antigo e marcar as notícias mais interessantes para compartilhar com outros que possam se interessar por eles. Os meus itens compartilhados, por exemplo, estão aqui.
4) All The Web
Trata-se de um respeitável concorrente do Google, com um bom banco de dados. Porém, como ambos usam critérios diferentes, os resultados da primeira página são diferentes. Recomendo pesquisar nos dois. Caso queira, o usuário pode usar a busca avançada do site, que não perde em nada para a do Google.
5) Metabuscadores
São buscadores que rastreiam o que existe em diversos buscadores. Dois bem interessantes são o Sputtr, que oferece um menu de buscadores pra escolher um por vez, e o Srchr, que busca em vários ao mesmo tempo e dá todos os resultados na tela.
6) Buscadores especializados
Aí, os há para todos os gostos. Desde o Redegoverno, que organiza páginas governamentais mas é bagunçadão, até a sofisticação do Silobreaker, que organiza até mesmo redes de conceitos ligados a determinados personagens no noticiário. Gosto bastante do Findarticles, que busca artigos de revistas acadêmicas americanas.
7) Delicious
É um serviço de favoritos públicos. Cada usuário cadastra ali seus favoritos, classificando-os por palavras-chave, e todos podem pesquisá-los. É uma experiência interessante. Os meus links estão neste endereço. Vou atualizando sempre que encontro algo novo. (leia aqui outro post sobre como usar o delicious)
Amanhã, tem mais!
NÃO BASTA CONHECER. TEM QUE USAR
Conhecer os recursos é útil, mas não adianta nada se a gente não experimentar, não fuçar os sites, não tentar usá-los numa pauta ou pesquisa.
Lembram-se dos quatro passos do aprendizado? (Não se lembra? Clique aqui).
Para que esses sites virem mesmo ferramenta, é preciso usá-los, bater a cabeça, contornar os problemas.
Não dava para fazer exercícios nesta semana, porque não temos uma sala com 40 computadores, mas repito aqui no blog a recomendação que fiz para os trainees: arrumem uns 15 minutos e pelo menos entrem nos sites para ver como eles são.
[Meu leitor Galeno acrescenta: "Pra facilitar o uso das funções avançadas do google, existe também um ótimo site que podia estar aí na lista: www.soople.com"]
E que tudo mais vá pro inferno - um exemplo divertido de reportagem feita com CAR Steve Doig, um dos principais especialistas em CAR, dá dicas de ferramentas Como achar dados no Brasil e como usá-los em reportagens - mais dicas do Marcelo Soares
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 09h15
Dica rápida para errar menos
É do meu colega JAIRO MARQUES (dono do excelente Assim como Você e coordenador-adjunto da Agência Folha): uma boa forma de evitar repetir enganos é anotar num caderninho os erros que você cometeu.
Funciona de duas formas: 1) escrever ajuda a fixar na memória, e 2) você vai formando uma espécie de manual próprio contra os erros.
Se perceber que alguma regrinha teima em te derrubar, dê uma revisada na gramática --ou peça ajuda para um professor, uma tia que estudou letras ou aquele colega que sabe tudo.
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 14h39
Parece fiquissão

Não desejo esse vexame pra ninguém, mas já escrevi "esemplo", com S em vez de X.
Tudo bem que foi no tempo da máquina datilográfica (sabem o que é? A minha era turquesa, como a da foto acima), não havia corretor ortogáfico e eu ainda era trainee e não sabia (!!) que é preciso reler o que a gente escreve antes de passar adiante.
E, não, não saiu publicado; era só um exercício.
Mas erros de grafia, normalmente considerados leves, podem se tornar graves em dois momentos:
- quando alteram uma informação (um nome próprio, por exemplo)
- quando são vexaminosos
CRISTINA MORENO de CASTRO conta um caso desses escabrosos e dá uma lista de bons links para checar grafias.
Aconteceu quando minha irmã estava na faculdade de jornalismo da PUC-MG.
O professor de redação, no 1º período, resolveu dar um ditado. Os marmanjos ficaram indignados: ditado é coisa de pré-primário!
Ah é? O professor ditou palavras cujos erros são mais freqüentes nos jornais afora. Aquelas em que você não sabe se é com SS ou SC, com G ou J, se tem G mudo ou não etc. Isso para não falar dos verbos defectivos e outras pegadinhas da língua portuguesa.
Não deu outra: o resultado da sala no ditado foi vexatório. Não teve um que fechou o teste. Bomba geral.
O mesmo professor gostava de relembrar uma situação que o marcou profundamente.
Corrigindo uma redação de um aluno, deparou-se com a seguinte "palavra": fiquiço.
Leu atentamente, perscrutou o contexto, soletrou: F-I-Q-U-I-Ç-O. "Que diabo era aquilo?"
Chamou o pai da charada à sua mesa:
- Fulano, que está escrito aqui?!
O universitário olhou, olhou, pensou (tentando entender onde havia errado, afinal) e, iluminado, soltou esta:
- Desculpe, professor! Esqueci do acento! Pronto: "fíquiço".
Não preciso nem dizer que o professor tremeu nas bases ao entender que aquilo era um monstrengo de "fixo". Deve ter se lembrando do personagem de Chico Anysio...
O fato é que todos estamos sujeitos aos erros mais bizarros do mundo. Logo no começo do treinamento, escrevi uma palavra desastrosa que não chegou a ser um "fíquiço", mas era parente do "craço" (eu juro que esqueci qual era! Algumas coisas a gente apaga da memória...).
Esses erros, crassos ou não, têm muito mais chances de acontecer quando escrevemos no computador, em vez de à mão, quando faltam cinco minutos para entregar a matéria, em vez de cinco dias, quando o café do almoço não fez efeito... Enfim, com jornalista isso é batata!
Multiplique essas chances por dez quando a palavra for estrangeira, quando for um nome próprio esquisito, quando isso tudo estiver inserido numa frase longa demais.
Para tentar remediar esses sufocos, há vários cartazes espalhados pelas paredes da Folha com os dizeres "Não chute, cheque".
E aí eu volto ao post anterior, lembrando que não dá pra checar em qualquer lugar e que o mundo é isso mesmo, um poço de informações erradas com algumas poucas ilhas para nos salvar. Ofereço algumas delas:
Dicionário na internet, vários tipos http://michaelis.uol.com.br/ Dicionário de Espanhol: http://www.elpais.com/diccionarios Dados sobre todos os municípios brasileiros: http://www.ibge.gov.br/cidadesat/default.php Dados sobre os estados brasileiros: http://www.ibge.gov.br/estadosat/ Dados sobre cidades mineiras (inclusive distâncias): http://www.alemg.gov.br/index.asp?grupo=estado&diretorio=munmg&arquivo=municipios Conversor de moedas: http://www5.bcb.gov.br/pec/conversao/conversao.asp?id=txconversao Outro conversor: http://www.fgvdados.fgv.br/bf/frm_conversao_moeda.asp Atualização monetária: http://www.fgvdados.fgv.br/bf/frm_atualizacao_monetaria.asp Previsões de tempo de várias partes do Brasil: http://www.inmet.gov.br/sonabra/maps/automaticas.php Mapas diversos: http://www.ibge.gov.br/mapas_ibge/
Coloquem suas dicas nos comentários!
OUTROS POSTS SOBRE COMO CHECAR PARA EVITAR ERROS Veja exemplos de como não se pode confiar em sites oficiais Lucas Ferraz mostra outro erro em site oficial Em que site confiar? Dicas para verificar se as informações são confiáveis Como evitar barrigas (erro de informação) na correria do fechamento Dicas de checagem para evitar os erros mais comuns Gustavo conta como uma checagem a mais evitou erro de informação
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 09h24
Dicas para driblar a censura chinesa
Meu leitor Thiago Braga manda o link deste post do blog do Vitor Birner, com dicas práticas do repórteres sem fronteiras para contornar censuras como a da China.
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 18h32
The Times na rede
Minha colega LUISA BELCHIOR viu no Comunique-se e divide com a gente:
O jornal inglês "The Times" colocou na internet o arquivo desde o ano de fundação, 1785, até 1985 [o atalho para o arquivo é: http://archive.timesonline.co.uk/tol/archive/]. No site, gratuito, é possível navegar por uma galeria com as imagens mais importantes do século. Há também sistema de busca de matérias com divisões para esporte, guerra e revolução, políticas e direitos civis, crimes e cultura, entre outros serviços. Nos próximos meses, o jornal pretende ampliar o arquivo até os dias atuais.
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 10h43
Alguma distorção?
Se a cobertura que a TV americana faz dos diversos países da Terra fosse transformada em área, o mapa do mundo ficaria assim:

O mapa foi mostrado pela presidente da Public Radio International, Alisa Miller, no TED (Technology Education Design): uma conferência realizada diversas vezes ao ano onde novas idéias e tendências são apresentadas pelas pessoas mais influentes do meio).
O vídeo, excelente indicação de meu leitor Matheus, é curto (menos de cinco minutos) e muito bom. É em inglês, mas fácil de seguir.
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 18h25
Onde achar dados
Mais algumas dicas recolhidas por IAGO BOLÍVAR no congresso da Abraji:
DADOS DO BRASIL PELO MUNDO A jornalista Sandra Crucianelli, do Canal Siete, de Bahía Blanca, na Argentina, apresentou uma relação bem interessante de sites estrangeiros onde é possível encontrar informações relativas ao Brasil. Por exemplo, a Espanha tem um banco de dados de imigrantes com dados atualizados, onde podem ser pesquisados dados sobre brasileiros: http://extranjeros.mtas.es. No site www.census.gov, do governo dos Estados Unidos, há muita informação sobre o Brasil. Por exemplo, no link http://www.census.gov/foreign-trade/statistics/product/enduse/imports/c3510.html é possível acessar a relação de importações de produtos brasileiros pelos EUA. No site http://freeedgar.com há dados da Securities and Exchanges Commission –onde estão registradas as empresas com ações nas bolsas dos EUA ou com conta bancária no país. O endereço http://www.gpoaccess.gov é um portal de acesso a praticamente todo o governo americano.
No http://www.foia.state.gov é possível ter acesso a informações liberadas com base no Freedom of Information Act e fazer requisições. O site http://www.nsarchive.org tem arquivos que eram protegidos por sigilo e foram liberados do The National Security Archive.
Em http://www.clad.org.ve - estão dados sobre a transparência na administração pública na América Latina. O site é administrada pela Universidade Maracaibo, e, segundo a paletrante, é independente do governo. Um link para buscas diretas sobre os países é http://www.clad.org.ve/siare/index.htm
FERRAMENTAS
Crucianelli também apresentou uma lista de sites que podem ajudar a acelerar, organizar e abastecer coberturas:
http://www.percent-change.com - Calcula variação percentual. http://jumk.de/calc/longitud.shtml - Conversor de medidas. http://www.archive.org/index.php - Mostra como eram sites em anos anteriores. http://www.zuula.com - Procura em vários sites de busca ao mesmo tempo. http://www.un.org/Pubs/CyberSchoolBus - Permite gerar gráficos comparativos de dados de países. http://www.nationmaster.com - Ás vezes tem informação mais recente que o cyberschool. http://www.freeplaymusic.com - Fornece fundos musicais para produzir conteúdo multimídia. É gratuito. http://www.zotero.org (Plataforma para Firefox) - Organiza documentos, fotos e vídeos. Permite escrever notas por cima das páginas. http://www.metacrawler.com - Rastreia um tema em 14 buscadores distintos. http://clusty.com - Agrupa resultados com classificação por temas. http://www.copernic.com - Permite buscar em bases específicas, governos, diretórios de empresas, mapas. Existe uma versão gratuita que é boa. http://www.slideshare.net - É um youtube das apresentações em Power Point. Pessoas colocam os próprios arquivos no site, e também governos e inimigos de governos postam arquivos que ficam acessíveis a todos. http://www.quintura.com - Organiza tags, mostrando as relações entre assuntos. http://www.kartoo.com - Metabuscador que mostra a relação entre artigos entre vários sites. É importante quando um repórter investiga alguma pessoas.
OUTRAS DICAS DO CONGRESSO DA ABRAJI Para fazer buscas na internet - dicas de José Roberto de Toledo, Sandra Crucianelli e Iran Alves A corrida das galinhas - reportagens da BBC e uso de câmera oculta Cobertura de eleições, dados e pesquisas Repórter morto não conta história - cursos para aprender a trabalhar em situação de risco Dicas e programas para criar seu banco de dados Fuja das fontes oficiais - como um repórter do El País furou todo mundo Conselhos de Paulo Totti para melhorar o texto
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 14h20
Crie suas ferramentas
O congresso da Abraji tinha palestras e cursos. IAGO BOLÍVAR participou principalmente dos cursos, e divide com os leitores o que aprendeu. Abaixo, algumas dicas sobre bancos de dados e softwares que podem ser usados:
Monte um banco de dados. Essa foi a orientação comum aos cursos e palestras relacionados à Reportagem com Auxílio de Computador (RAC) do congresso da Abraji. A idéia básica: as informações guardadas em bloquinho de papel não vão servir para nada depois de um tempo. É preciso passá-las para um arquivo de computador que possibilite busca no texto.
O jornalista Elio Gaspari, que mantém um banco de dados, tinha falado no início do programa de treinamento o que coloca no dele:
- Todas as matérias próprias. - Tudo o que anota no bloco. - Todas as matérias interessantes que lê.
O Lucas Ferraz, ex-trainee que veio com o Gaspari, disse que põe também trechos de livros que acha interessantes.
A jornalista Lise Olsen, do Houston Chronicle, sugeriu no Curso de RAC Avançado que sejam guardados no banco de dados também os documentos oficiais e relatórios do governo.
Na palestra "Acesso à informação pública digital", a jornalista Sandra Crucianelli, do Canal Siete, de Bahía Blanca, na Argentina, falou sobre a importância de guardar, em pastas distintas, gráficos, orçamentos, e textos de lei.
Um site sugerido nos cursos da Abraji para montar o Banco de Dados é o Zoho (http://www.zoho.com), que oferece muitas ferramentas on-line gratuitas (para criar o banco, entre aqui: http://creator.zoho.com). O Gaspari usa o programa Filemaker, que disse ser caro, e na Folha nos ensinam a fazer o banco em Access.
Aqui no andar de baixo, estou fazendo a experiência de montar o banco em uma conta de e-mail do Google, porque permite buscar no texto, em planilhas e arquivos em PDF.
Leia mais dicas sobre bancos de dados
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 20h29
Dados sobre países
Meu colega TARIQ SALEH conta deste site, com vários dados sobre países.
Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 21h20
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