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Novo em Folha

 

NEF NA POSSE - PARTE V

Thiago Azanha / Folhapress - Jornalistas empilhados num caminhão na Esplanada

 Definitivamente, cobrir a posse de um presidente não é tarefa fácil! Hoje, por mais de 12 horas, acompanhei os principais acontecimentos da cerimônia. O dia começou com uma rápida reunião dos jornalistas da Folha no hotel. Cada um partiu para um lado, a fim de pegar Dilma Rousseff em determinado momento. Comecei minha jornada na Catedral de Brasília, onde a comitiva da Dilma sairia para o Congresso Nacional. Tudo muito bacana, tudo certo. Se não fosse o ATRASO de mais de 40 minutos e a CHUVA! Um dilúvio, para ser mais sincero. Parece que a presidente esperou a tempestade chegar para desfilar com o Rolls-Royce fechado - inclusive as janelas. Estava com o fotógrafo William Volcov, da agência News Free. Ele me deu algumas dicas para fazer vídeos e tirar fotos legais. Experiente, ele cobre política há anos. Mas foi sua primeira posse também. 

Depois da chegada da presidente, o desfile prosseguiu embaixo de chuva até o Congresso Nacional. Uma corrida para acompanhar o carro, desviar da lama, dos touros (sim, touros!), dos populares, de outros jornalistas, de Deus, do mundo! Difícil fazer o registro daquela cena absurda de caos, correria e chuva! Acompanhar pela TV é mais confortável, né?

Na sequência, a presidente foi para o Congresso. Não tive acesso ao local, pois não estava credenciado e outros jornalistas fariam a cobertura de lá. Caminhei diversos quarteirões para o Palácio do Planalto, consegui entrar na área reservada para jornalistas e fotógrafos, mesmo sem credencial oficial do evento, apenas com o crachá da Folha (sim, ele tem poder!). Mais 2h30 horas esperando em pé pelo fim do discurso no Congresso antes da chegada da escolhida. 

Em sua chegada, o ex-presidente Lula recebeu Dilma na rampa, sob cliques atentos dos fotógrafos, instalados em diversos pontos! A transmissão da faixa foi um momento emocionante, confesso. Ver ali, na minha frente, o auge da democracia, foi muito bacana!

Tirando o inevitável cansaço, a cobertura foi gratificante! Poder ter contato com repórteres de diversas partes do mundo e procurar o conhecimento com profissionais mais experientes foi de grande valia para mim. Aproveitei cada momento, procurando fazer o melhor. Em breve posto os relatos que colhi durante estes dois dias em Brasília.

Assistir de casa a posse é confortável, mas estar no local onde tudo acontece é sinônimo de boas histórias pra contar!

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 20h35

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2010 em fotos

 O 10,000 Words selecionou 13 jornais que colocaram suas melhores fotos, ou as imagens mais representativas do ano, em páginas especiais.

Vale a visita a cada uma delas Jóia

The New York Times

The Big Picture (Boston.com)

Reuters

Washington Post

 

Veja mais AQUI.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 14h44

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Réveillon na Paulista: o chute é de quem?

João Brito/Folhapress

 Ontem fui cobrir o Réveillon na Paulista e uma coisa não me saía da cabeça desde antes de chegar lá: o post que a gente publicou sobre as alardeadas 2,5 milhões de pessoas que vão à festa de Ano Novo ali.

Nosso professor Marcelo Soares nos mostrou como estimar, sozinhos, a quantidade de pessoas que cabem numa área como a da avenida Paulista.

Nos dois cálculos que ele fez da coisa, o máximo de público a que o evento poderia chegar era de 80 mil a 340 mil pessoas, dependendo da densidade que se escolhesse (2,5 por metro quadrado é cheio, 6 por metro quadrado é BEM apertado) e da área que se delimitasse.

Pois bem. Fui para a Paulista com o espírito aberto para contestar os milhões apresentados e tentar estimar algo mais próximo da realidade, para que os leitores da Folha não fossem enganados pelos que têm interesse em inflar esse tipo de número.

Mas, chegando lá, me deparei com o absurdo: primeiro, é impossível medir a área exata que é ocupada na Paulista. Em um dos posts, o Marcelo usou como base os quatro quarteirões mais próximos do palco. Em outro, os sete quarteirões interditados. Mas, lá na hora, a gente vê que a área cheia de gente é muito maior. Fui até a Brigadeiro Luís Antônio, onde se encontrava o último telão e a última caixa de som, e mesmo ali ainda vinha gente chegando em ritmos frenéticos da outra ponta da avenida.

Nas ruas laterais, estava transbordando de gente.

Quando passei para as costas do palco, vi, surpresa, que a Augusta estava apinhada de pessoas, apesar de, dali, ser impossível enxergar ou mesmo ouvir qualquer coisa do show.

Fora que é difícil medir a largura da Paulista pelo Google Maps, já que há pessoas debaixo da marquise do Masp, apinhadas nas calçadas, em grades de prédios, em portarias. Vi gente até em cima de um prédio!

Mas o problema mais difícil, ao meu ver, foi calcular a população circulante. Afinal, as pessoas normais comem e bebem com os amigos e familiares e depois vão ao show favorito, que ouvem por uma hora ou duas no máximo, e logo vão embora. Ninguém fica parado do início ao fim na festa. Como medir essa população? Como sequer chutá-la? Supondo que a média de pessoas fique por uma hora, e como o evento tem seis horas, podemos multiplicar as 300 mil por seis, chegando a 1,8 milhão _número ainda distante dos 2,5 milhões, mas muito mais distante dos 80 mil calculados primeiro.

Ao fim dessa experiência, concluí que é impossível, para mim, estimar essa população. Isso indica que também é impossível para a organização do evento e para a PM? Provavelmente, sim, embora eu desconheça os métodos que eles usem para calcular isso. Mas pelo menos quem está chutando é eles, não eu. Posso colocar na matéria: a PM estimou 2,5 milhões de pessoas, e o leitor vai pensar se acredita ou não na polícia. Mas seria irresponsabilidade minha colocar que a Folha estimou que 300 mil pessoas estiveram ali, porque não tenho nenhuma base para comprovar que toda aquela multidão infindável pela Paulista e por suas ruas adjacentes, circulante ao longo de mais de seis horas, tenha sido essa. A organização do evento me acusaria de estar chutando, assim como nós os acusamos.

Pra não parecer que discordo do que aprendi com o Marcelo, queria registrar aqui que esse método dele é muito útil em situações mais controláveis, como manifestações e protestos que ficam parados num mesmo lugar, ou shows em áreas fechadas, como estádios de futebol. É o meu método favorito, inclusive porque sei que grevistas querem colocar o número de participantes nas alturas e policiais querem diminui-lo. Mas, no Réveillon da Paulista, não deu.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 14h27

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NEF NA POSSE - PARTE IV

Thiago Azanha / Folhapress - Rampa do Palácio do Planalto

 Jornalistas de diversos meios de comunicação utilizam a sala de redação do Palácio do Planalto (VÍDEO 1) para mandar o material para suas próprias redações, atualizar blogs ou enviar podcasts e imagens. Só hoje tive contato com repórteres do Uruguai, Argentina, Colômbia, Portugal e até uma equipe da Al Jazeera, num link ao vivo (VÍDEO 2 mostra como se faz uma transmissão via Internet)! Sem contar em todas as emissoras de TV do Brasil e outros meios impressos. Há um número elevado de jornalistas, superando o de pessoas interessadas em assistir a posse em si.

O momento mais marcante do dia foi quando o presidente Lula deixou o Palácio do Planalto e acenou para os jornalistas, desejando um bom Ano Novo! A imagem que todos queriam, pois não há nenhum outro político dando as caras por aí, infelizmente. Mas amanhã o dia promete! O dia D!

Boa virada para todos. Que eu também vou aproveitar o Réveillon em Brasília! :)

VÍDEO 1:

VÍDEO 2: 

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 18h13

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NEF NA POSSE - PARTE III

 Momento em que eu e outros cinegrafistas tentam registrar a saída do presidente Lula do Palácio do Planalto. Se você ficar muito atento, conseguirá ver as mãos do presidente no primeiro carro preto! Pensa que é fácil fazer imagens do Lula???

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 18h03

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NEF NA POSSE - PARTE II

 Posto agora o vídeo da Redação na Sucursal da Folha em Brasília. Quem comanda os 43 profissionais é o Igor Gielow, no cargo desde 2003. Todos os jornalistas e fotógrafos cobrirão de algum ponto a posse amanhã, desde a Granja do Torto (tarefa que o repórter Felipe Coutinho deve fazer na noite de Réveillon), passando pela Catedral de Brasília, Esplanada dos Ministérios, Congresso Nacional, Palácio do Planalto e Itamaraty (até na festa estaremos presente!). Os depoimentos dos jornalistas da sucursal posto em breve!

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 15h09

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NEF NA POSSE - PARTE I

 Segue o primeiro vídeo feito na chagada à Capital federal!

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 11h14

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Profissão de risco

 O site do Repórteres sem Fronteiras divulgou hoje um balanço sobre as mortes e violências sofridas por jornalistas em 2010. Ao todo, foram 57 profissionais assassinados, 51 sequestrados, 535 detidos, 1374 agredidos ou ameaçados. Mais 504 meios de comunicação foram censurados e outros 127 jornalistas de 33 países tiveram que deixar sua pátria.

O continente mais violento foi a Ásia, com 20 mortes - sendo 11 assassinatos só no Paquistão. Logo em seguida está a América, com 13 no continente. África e Oriente Médio registraram 10 assassinatos cada. Na Europa foram contabilizadas 4 mortes. As ocorrências aconteceram em 25 países ao todo. O site registra ainda os oito países mais violentos da década: Afeganistão, Colômbia, Iraque, México, Paquistão, Filipinas, Russia e Somália.

Quem disse que ser jornalista é tarefa fácil? Apesar de todos os prazeres e boas experiências, a profissão também tem seus riscos. E você? Toparia fazer uma cobertura num país em permanente conflito?

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 14h53

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Bastidores dos símbolos da década

 
 

Bastidores dos símbolos da década

  A edição de hoje da Folha trouxe um caderno especial com o balanço desta década que termina amanhã.

Vale a pena ler, principalmente pelos depoimentos de jornalistas que estiveram presentes em eventos tão importantes quando a invasão do Iraque, o furacão Katrina e o terremoto no Haiti, dentre outros.

Vejam por exemplo o relato da repórter LAURA CAPRIGLIONE sobre a cobertura dos ataques do PCC, em 2006:


"Foi de um medo infernal a véspera do dia das Mães de 2006. Transformados em alvos do PCC, as bases da guarda civil, delegacias e postos da PM eram, então, os locais mais micados da terra.
O Gol da Folha, chegando devagarinho em uma base policial, para não assustar, foi confundido com carro de bandido. "Acende a luz interna, f.d.p!", ordenou o PM, apontando a arma calibre 12.
Sim, senhor. Quando se conseguiu descer do carro e entrevistar os policiais, aí, o medo foi o de ser confundido com um deles.
Segunda-feira, o medo parou São Paulo. Normalmente, repórteres chegam atrasados à cena de um crime. Sem trânsito, o Gol andava livre entre as 60 imensas fogueiras de ônibus espalhadas. Muitas ardiam. Jornalismo quente."

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 13h30

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Preparativos para a cobertura

 Quase tudo pronto para a cobertura dos bastidores da posse de Dilma Rousseff em Brasília! Mas vou postar os equipamentos que devo levar para a matéria em campo. 2 câmeras, 1 laptop, microfones, pilhas para o mic, cartão de memória, bateria e carregador, tripé, bloco de notas, celular e uma mochila (que não deve estar muito pesada). Vários outros jornalistas fotográficos estarão presentes com seus diversos equipamentos. Esta é apenas uma mostra de todos os preparativos que antecedem uma grande cobertura. Ah, sem falar nas pesquisas de locais e horários em que a presidente eleita estará, bem como uma vista pelos ministros, deputados, senadores e chefes de Estado que devem estar presentes na posse. Só preparar para decolar amanhã cedinho!

Siga-me também no @nefnaposse

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 13h29

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NEF na posse

 

Alan Marques / Folhapress

 Dia histórico para o Brasil. Pela primeira vez uma mulher tomará posse como presidente do país. E é claro que o Novo em Folha não iria ficar de fora! Vou cobrir os BASTIDORES da posse de Dilma Rousseff, direto de Brasília, para o NEF. E, em tempo real, levarei os tweets dos bastidores no twitter.com/nefnaposse. Durante a semana postarei diversos vídeos com os acontecimentos mais importantes da posse, relatos de outros jornalistas, políticos e quem mais aparecer no caminho! Só ficar conectado no NEF (blog e twitter)

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 15h36

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Um dia na redação

 A estudante Melanie Vladimirschi, que pretende cursar jornalismo fora do país do próximo ano, passou o último dia 20 de dezembro na Redação da Folha, dentro da editoria de Ciência. E ela relatou para o Blog de Ciência suas experiências e descobertas com os jornalistas que cobrem a área. Reproduzimos seu relato abaixo:

“Escrever, e ser escritora, é um sonho que eu tenho desde que comecei a rabiscar histórias com cinco anos. Hoje, se é para analisar literatura, escrever uma coluna mensal na revista da minha escola, ou participar de cursos de verão em universidades, a minha paixão ainda ressoa através da minha vida acadêmica, social e pessoal.

 

Também já pensei em ser jornalista, mas nunca tive tanta vontade de seguir a carreira como na segunda-feira, dia 20 de dezembro: um dia tranqüilo na redação da Folha, mas um dia surpreendente para uma garota curiosa de 17 anos como eu.

 

Sabine Righetti tinha me avisado que a editoria de Ciência era uma das menores da área de redação da Folha. Quando cheguei, vi que o espaço dado à Ciência compõe-se de seis cadeiras circundantes à seis computadores; realmente, pequeno em comparação à outras editorias como Cotidiano ou até mesmo Esporte. Porém, foi lá mesmo que eu vi que quantidade não é qualidade. Os artigos publicados, as idéias jogadas e os assuntos discutidos naquela editoriazinha são de qualidade excelente.

 

Em termos de fechamento diário, apesar da minha visita ter sido durante uma semana anormalmente calma, as matérias são super interessantes. Variando desde uma  entrevista com o ministro da Ciência e Tecnologia do Brasil até uma reportagem sobre camundongos, as pautas em ciência cobrem tudo.

 

Apesar da ótima qualidade dos textos produzidos e da genialidade de cada membro da equipe Ciência da Folha, o que mais me impressionou na editoria foi a energia que senti. Até eu, uma estrangeira total à firma, consegui ver que o pessoal não só é inteligente, mas é alegre e gosta do que faz. Vale conferir minhas impressões em algumas horas com eles:

 

Reinaldo, o editor, é o “chefão” do pedaço. Mesmo portando este título bastante intimidante, Reinaldo é humilde e compreensivo - o chefe que eu gostaria de ter no futuro. Mioto é o homem cabeça, sossegado e brincalhão ao mesmo tempo. Suas piadas alegram qualquer um, especialmente Giuliana e Sabine. Giuliana, uma carioca animada, está sempre rindo e dando notícias bizarramente engraçadas à seus colegas, como a obesidade de ratos. Giu também brinca com a obsessão de sua colega Sabine pela ciência, em especial pela fotossíntese. Sabine, por sua vez, leva tudo na brincadeira... Uma simpatia em pessoa, ela tem um sorriso que ilumina a sala inteira.

 

Eu ainda sou jovem, tenho quatro anos de faculdade pela frente, mas espero um dia ter a oportunidade de trabalhar como eles: exercendo minha paixão pela redação num ambiente descontraído e alegre, rodeada de amigos admiráveis.”

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 15h29

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O mundo pela janela

  Para nossa campanha bem humorada de sempre – e agrego o convite: olhe o mundo pela janela vez por outra, em vez de só olhar pela tela! Bem humorado


Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 14h04

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Aprendendo com feras

 
 

Aprendendo com feras

  Mais de cinco anos depois que comprei o livro, hoje terminei de ler "Na Toca dos Leões", do Fernando Morais, que tinha ficado esquecido na minha estante de Beagá.

O que mais me impressionou na história da W/Brasil (e, de certa forma, da publicidade brasileira) foi o envolvimento dos três sócios no trabalho e em como eram os melhores no que faziam: Washington Olivetto na criação dos textos, Gabriel Zellmeister na criação gráfica e Javier Llussá na administração.

O livro inteiro é um amontoado de números fantásticos e milagrosos: cifras, recordes quebrados, prêmios. E tudo partiu do zero, de três caras que tiveram que começar como a gente: jovenzinhos, sem uma família super rica ou um sobrenome polpudo para ajudar a criar desse império.

São a prova viva do que a gente sempre bate aqui no blog: que quem rala, quem se envolve, quem é apaixonado pelo que faz, dificilmente dá errado. Algumas portas se fecham, algumas demissões ocorrem, alguns riscos dão errado, mas a curva do gráfico é sempre ascendente. E não é só porque os caras têm cabeças brilhantes ou geniais: é porque deram tudo de si por isso.

Outra coisa em que sempre batemos também é mostrada ali: que é sempre bom nos unirmos aos mais experientes, aos melhores, aos que têm muito ensinar, antes de partirmos para aventuras solo. Desde que estejamos dispostos a aprender, a união sempre terá a acrescentar à nossa carreira.

Nessas férias (pelo menos universitárias) indico esta leitura inspiradora! (Com o adicional de ser um livro muito bem escrito por um repórter também muito fera, que sempre foi a fundo na apuração para trazer relatos históricos como se tivesse estado presente a todos os eventos.)

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 23h06

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+ 19 novas vagas para jornalistas

 São Paulo

Rio de Janeiro

Paraná

Pernambuco

Brasília

Este blog apenas divulga oportunidades de trabalho que chegam a nosso conhecimento. Não nos responsabilizamos pelas vagas que não são da Folha.

Primeiros passos para entrar em 13 grandes veículos de comunicação de todo o país

Acompanhe os concursos da Folha

Para divulgar alguma vaga neste blog, escreva para thiago.azanha@grupofolha.com.br

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 12h33

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A história digital do Natal

Muito legal o vídeo acima. Pra complementar o post da Cris aqui em baixo.

[Dica da Flavia Amaral Rezende, na lista da Abraji Jóia]

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 10h28

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Ana Estela de Sousa Pinto O blog Novo em Folha é uma extensão do programa de treinamento em jornalismo diário da Folha. É produzido pela editora de Treinamento, Ana Estela de Sousa Pinto, por Cristina Moreno de Castro e pelos participantes do treinamento e pela Redação.

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