Programa de Treinamento

Novo em Folha

 

Na hora certa

A dica é de minha colega ESTELITA CARAZZAI:

 


Olha que legal este causo da Istoé desta semana: eles conseguiram publicar uma exclusiva com a Erenice sobre sua demissão e as denúncias, bem no "olho do furacão". 

E sabe por quê? Porque, aparentemente, eles já haviam agendado a entrevista antes (sabe-se Deus com que antecedência) e, incrível, coincidiu com o exato dia do pedido de demissão dela.
 
Achei muita sorte dos repórteres! E, claro, eles também demonstraram competência -- porque, afinal, souberam aproveitar o momento e conduziram toda a entrevista com a história da demissão. Um baita furo.
 
Olha ela aqui

 

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 17h03

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Aprenda a fazer video streaming (ao vivo, pela internet)

Saiba como no bom blog da nossa leitora Lanna (aqui).

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 16h23

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Como garantir boas fotos para sua matéria

É o que eu digo para os meus trainees: "Errou? Sorte sua! A gente aprende mais com os erros, e o treinamento é a hora certa para isso. Se estiver dando tudo certo é sinal que o treinamento está sendo pouco útil".

E foi a partir de um erro que o PEDRO FONSECA pensou nestas dicas:

Gastei boas horas apurando a matéria: fui a campo, fiz uma entrevista longa, liguei para várias fontes. Depois de tudo, o texto: quebrei a cabeça para contar a história da forma que eu achava melhor, mudei várias vezes, vírgulas entraram, saíram, apareceram de novo. Depois, a editora leu e pediu correções. Texto modificado mais uma vez. Pronto! Trabalho feito! Agora era só pautar a fotografia e torcer para a matéria ser publicada.

Trabalho feito? Doce ilusão... Quando as fotos chegaram, a decepção foi grande. A imagem era essencial para a matéria, mas o que eu recebi foram fotografias burocráticas, bem distantes do que eu havia escrito.

O que aprendi:

  • - O fotógrafo não leu sua matéria, por isso não sabe qual vai ser o tom que ela vai adotar.
  • - Ele também não vai conversar com o personagem. O negócio é bem rápido: há várias pautas por dia e pouco tempo a perder.
  • - Não adianta dizer: "a matéria vai ser sobre...". Tem que dizer: "a matéria vai ser sobre..., a novidade é que..., a ideia é mostrar para o leitor que..., o personagem é legal porque...".
  • - Uma foto de um mesmo personagem ou situação pode ser mais séria ou mais divertida, mais específica ou mais genérica. Portanto, melhor dizer para o fotógrafo qual a intenção do texto.

No meu caso, a foto poderia ajudar a vender a matéria para o editor. Com o material que eu recebi, sem chances! A história perdia toda a graça.

(por sorte, a Ana é boazinha e pediu para eles refazerem...)

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 15h06

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Nem só de chapinha vive o telejornalismo

Achei por bem subir o comentário da Débora, para servir de inspiração a todas as que temos cabelos rebeldes, pele imperfeita e nenhuma inclinação para miss Brasil:

Trabalhei em emissora de TV por mais de dois anos e sei que aparência conta nesse meio, mas não é determinante para o sucesso.

Quando entrei na emissora, como estagiária de produção, estava longe do ideal de beleza: cabelos rebeldes, pele oleosa e aparelho nos dentes (para o desespero do meu professor de Laboratório de Telejornalismo).

Não desanimei! Busquei me aperfeiçoar como profissional e tirar algo positivo das críticas (e se deixar a mente aberta, a gente sempre vê que pode melhorar em algo).

Vontade de aprender, responsabilidade e dedicação com o jornalismo me valeram oportunidades de sair como repórter - e a chefia gostou dos resultados.

Com o tempo, a maturidade (e mais grana :D) aprendi a cuidar melhor de mim mesma (o que faz um bem danado pra autoestima!).

No fim das contas, tornei-me repórter fixa e editora de um programa.

Sim, o espelho pode ajudar na hora da passagem, mas só o talento e a dedicação vão te dar base firme (sem trocadilho!) para o crescimento profissional.

[Este coment nasceu do post "Procuram-se repórteres bonitas", em que uma leitora conta como são escolhidas as jornalistas na emissora em que faz estágio - aqui]

 


 

Meu amigo Bruno Garcez, que é repórter da BBC, aceitou meu convite e vai contar como é que a emissora britânica trata desse assunto. Aguardem na próxima semana.


VALE A PENA VER DE NOVO: vídeo satiriza a vida de telejornalistas

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 14h58

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A desforra do estagiário

Lembrei-me de alguns dos meus leitores com esta tira do Laerte... Sorriso (clique aqui para ver ampliada --e aproveite para se divertir mais no blog do mestre)

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 11h51

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História do jornalismo

 
 

História do jornalismo

A dica é de minha leitora Verônica Jóia:

"Uma boa dica para jornalistas e futuros jornalistas: está na internet parte do arquivo fotográfico do jornal "Última Hora", marco da imprensa brasileira, criado por Samuel Wainer nos anos 1950. Além das fotografias, também é possível ler os exemplares da edição carioca do jornal.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 11h31

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Chorinho do pescoção

(*)

  Hoje é sexta-feira, dia (ou melhor, noite) de pescoção. Para quem não é do ramo, eu explico:

O jornal de domingo é muito grande, leva muito mais tempo para ser impresso e tem que chegar às bancas na tarde do sábado.

Por isso, o primeiro fechamento é sábado na hora do almoço --daí que é preciso passar a noite e a madrugada da sexta adiantando tudo, ou o bicho nunca ficaria pronto.

Essa é a tradução do jargão, mas por que a gente chama a via-crúcis de pescoção, isso eu não sei. Se alguém souber, me ajude e conte aqui.

Feito o aparte, o que eu queria dizer mesmo é que, como hoje é noite de pescoção, a paródia abaixo cai perfeitamente bem para a nossa série Humor no Jornalismo. São todas do divertido Desilusões Perdidas:

 

Meu caro inimigo (versão de Meu caro amigo)

De madrugada rola muito besteirol
Tem piadinhas e papo de futebol
Compraram pizza e umas latas de Skol
Mas o que eu quero é lhe dizer...
Que a coisa aqui tá preta
Até as quatro vai ter muita ralação
Os olhos vão fechando, que cansaço, que maré
Trabalho e mais trabalho e também sem um café
Ninguém suporta o pescoção.

 


O que será (versão de O que será)

O que será, que será?
Que passa na cabeça
De um estudante
Que busca uma carreira
Gratificante
Mas faz uma besteira
E cai no abismo
Esquece Engenharia
Faz Jornalismo
E vive a ilusão
Dos infelizes
Está na profissão
Das maluquices
Na área dos fodidos
Incompreendidos
Em todos os sentidos
Que vida terá?
Que nunca deu dinheiro
Nem nunca vai dar
Que nunca deu futuro
Nem nunca vai dar
Mas tem o seu fascínio.
 
 
Vai chegar (versão de Vai passar)

Ai que vida de merda, ô lerê
Ai que vida de bosta, ô lará
O anúncio do passaralho geral vai chegar.

Ai que vida de merda, ô lerê
Ai que vida de bosta, ô lará
O anúncio do passaralho geral... vai chegar.
 
O emprego (versão de A banda)

O foca triste que vivia sem grana sorriu
O frila triste que vivia na lama curtiu
Jornalistada toda se assanhou
Pra ver o emprego chegar
Mesmo pra ser revisor.

Pra ver o emprego chegar
Mesmo pra ser revisor.

[Dica de minha recém-trainee ANNA VIRGINIA BALLOUSSIER Jóia]

E antes que alguém pergunte: não, ninguém abre uma Skol aqui na Redação da Folha

 


(*) A foto eu peguei neste blog francês, que tem vários links para lindas intrepretações da versão original de Meu Caro Amigo


Para seguir a série Humor no Jornalismo, clique aqui

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 11h11

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Mais 18 novas vagas para jornalistas, duas na Folha

 
 

Mais 18 novas vagas para jornalistas, duas na Folha

  Há dois concursos em andamento no Grupo Folha: um para assistente editorial da Publifolha e outro para produtor de podcast, com inscrições até terça-feira.

E mais, em seis Estados:

São Paulo

Rio

Rio Grande do Sul

Santa Catarina

Ceará

Pernambuco

Este blog apenas divulga oportunidades de trabalho que chegam a nosso conhecimento. Não nos responsabilizamos pelas vagas que não são da Folha.

Primeiros passos para entrar em 13 grandes veículos de comunicação de todo o país

Acompanhe os concursos da Folha

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 20h28

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Três dicas curtas

1. mate os textos ruins no berço

De Ferreira Gullar, para minha trainee NATÁLIA CANCIAN:

Ferreira Gullar contou no lançamento do seu livro "Em alguma parte alguma", na Folha, que costuma dar um conselho aos jovens poetas: "Você é o primeiro leitor do que você escreve. Seja exigente o máximo que puder".

Perguntei a ele no final do evento se poderíamos adaptar esse conselho para o jornalismo. Ele disse que sim, que a ideia era a mesma, então repasso a dica - simples, mas útil.

Gullar, por exemplo, conta que tem medo de ver publicado um dia algo que escreveu e ficou ruim. Por isso, tenta acabar com esse perigo já no início. "O que eu publiquei é porque eu acho que tem qualidade. O [poema] que não tem qualidade eu não deixo nem nascer."

2. cada pauta um sapato

Esta é de meu trainee PEDRO FONSECA, depois de uma manhã rodando a pé pelos Jardins atrás de uma pauta:

Se tiver que andar muito, não use tênis de sola fina. Se alguém duvidar, ele ainda tem as bolhas para provar.

3. siga aquela foto

A dica é do experiente repórter SILVIO NAVARRO e foi ouvida e repassada por meu trainee GUILHERME BRENDLER:

Sabe aquelas coberturas "muvuquentas", tumultuadas, como comícios ou debates, em que você tem que ficar esperando uma notícia milagrosa despencar do céu? Silvio sugere:

"na minha opinião, muitas vezes, num evento de campanha, o fotógrafo tem olhar clínico e consegue ter ótimas sacadas (movimentos, cochicho, gestual, troca de olhares, se folheia algo e a que recorre, enfim...). Se há parceria com a reportagem, esse olhar rende um diferencial em coberturas tão acirradas e que, à primeira vista, renderiam só o resultado do discurso.

Na minha experiência em Brasília, mesmo nas coberturas mais enfadonhas de Congresso, CPI e cia, isso também se aplicava."

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 16h11

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Procuram-se repórteres bonitas

SandraOliveira08

Beleza é critério de seleção na TV? É o principal critério? E deveria ser assim?

Leiam o relato de uma leitora que é estagiária de uma emissora (e não quis se identificar):

Não repare no texto, porque eu estou extremamente mal-humorada!

Antes de entrar para esta emissora, conheci um repórter que tinha feito estágio lá e não foi contratado. Ele não é nada bonito. Disse pra ele que a apresentadora do telejornal era minha conhecida de infância e que ela tinha conseguido lá fácil e tal... ele me disse "É, eles adoram mulher bonita lá mesmo".

Até me esqueci disso. Semana passada, um rapaz do marketing foi ver uma fita numa ilha perto de mim. Era a fita com a gravação de uma matéria feita por uma moça muito querida pela editora dela, que a considera muito competente (e tem uma voz ótima!).

O rapaz colocou a fita por DOIS segundos, a conta de ver o rosto da menina, e tirou a fita: "Tenha a santa paciência, me param pra ver isso. Vão me desculpar. Ela pode ser uma ótima profissional, mas na TV aparência é tudo. Olha a menina que eles colocam pra fazer teste" (ela é estagiária, tava fazendo pra repórter, vai formar...). "Ela que vá fazer rádio, porque TV não é o lugar dela. Eu numa fase complicada pra fazer contratação e o povo atrasando meu serviço".

Vc vai me perguntar: "Mas o que o rapaz do MARKETING tem a ver com a contratação de JORNALISTA e porque é ele que aprova ou não, sendo que nem avaliou NADA de jornalismo?".

E eu vou te responder que eu não tenho a mínima ideia.

A coisa já tava feia para o meu lado porque a menina é toda fora dos padrões de beleza, como eu...

Chega hoje e a minha editora diz para a menina que está há quatro dias, QUATRO dias, lá na redação que ela era a MELHOR jornalista dela e que por isso ela que ia ganhar, de prêmio, a oportunidade de fazer a matéria de um evento muito bacana....

Aí ela completa gritando na redação: "Gente, ela é minha melhor jornalista. Olha como ela é linda, olha que pele, que rosto que essa menina tem".

E, caramba, né? Eu me mato de trabalhar lá, sempre passo umas duas horas do meu horário, dou milhões de sugestões boas de pauta e... a menina que vai cobrir o evento bacana porque ela é a melhor jornalista (ela percebeu isso em quatro dias?), e coincidentemente porque ela é lindissima e a TV inteira fala na beleza da menina?

Aí, né? Tanta teoria, tanto estudo na faculdade, tanta dedicação, pra perder pra gente bonita? Estou me sentindo a horrorosa que faz toda a matéria --porque na prática é isso-- para a pessoa bonita ir lá gravar...

O problema meu e da menina é porque nós não somos nada bonitas, mas, poxa, ter um trabalho avaliado por uma pessoa do marketing em vez do jornalismo e depois não cobrir um evento com mil possibilidades por causa da aparência é dose...

E tem dessas coisas até na hora de colocar o microfone auricular no convidado, porque, afinal de contas, você tá colocando o microfone em "fulano de tal" e tem que estar apresentável pra ajudá-lo etc....

Outros leitores já passaram por isso? O que acham?

O que faz uma moça normal que quer trabalhar em TV? Muda de área?

ADENDO: no caso dos homens, a regra parece que não vigora, né?

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 11h25

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Então, tá.

Repórter: "O que o Vasco deve fazer para acabar com essa sequência de empates?"

Éder Luís: "Vencer"


Dica do Cristiano (@csmartins), que nos remete à discussão sobre perguntas "óbvias" (neste post).

Nem sempre elas são má estratégia (e o videozinho da Mônica do CQC mostra isso), mas é bom lembrar:

se for ao vivo, elas representam um risco. Como o desse exemplo aí de cima.

 

 

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 10h51

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Ãncoras de TV não usam calças

Pelo menos este âncora, desta emissora na Eslovênia, flagrado com suas pernocas de fora.

 

Vai pra série Mais Humor no Jornalismo (para seguir outros posts da série, clique aqui).

[Vi no feed do Comunique-se Jóia]

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 15h02

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Pós em telejornalismo?

Uma leitora que mora em Belém me escreve pedindo dicas de pós-graduação em telejornalismo.

Não acompanho bem essa área, mas tenho certeza de que há leitores aqui que podem dar dicas. Vocês nos ajudam?

*.*


Dica da minha leitora Maristella: Bem, eu faço pós em Mídia Eletrônica: Rádio e TV no Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH). Não é somente telejornalismo, mas é a especialização mais próxima que eu conheça. E eu gosto muito.

Dica do meu leitor Mário: Não é estritamente telejornalismo, mas a Federal de Juiz de Fora oferece uma pós em TV, Cinema e Mídias Digitias. O link taí http://www.ufjf.br/postvemidiasdigitais/

Dica de minha leitora Aline: Tem uma pós na Unimonte em Santos: Jornalismo de Televisão e Crítica do Mundo Atual. Há outra tb em Telejornalismo na Unis-MG

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 17h38

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Em Florianópolis sem sair de casa

 
 

Em Florianópolis sem sair de casa

 

Gustavo Roth/Folhapress

Pensando bem, era melhor estar lá do que em casa...

Mas como nada é perfeito, quem não pode viajar até a ilha tem a chance de acompanhar ao vivo pela internet a semana de jornalismo da UFSC (aqui), que começou ontem.

Vejam a programação:

 

Segunda-feira (13/09)
08h30 – 12h Minicursos
14h – 15h30 Exibição de documentários
 17h30 – 19h Mesa “Coberturas extremas: jornalismo em situações de risco”
 Convidados: Alberto Gaspar, Caio Guatelli e Letícia Silva
20h – 21h30 Palestra de abertura com Eliane Brum

Terça-feira (14/09)
08h30 – 12h Minicursos
14h – 15h30 Exibição de documentários
17h30 – 19h Mesa “Jornalismo esportivo: panorama e inovações”
Convidados: André Kfouri, Marcos Castiel e Clayton Ramos
20h – 21h30 Palestra com Suzana Singer, ombudsman do jornal Folha de S. Paulo

Quarta-feira, 15/09
08h30 – 12h Minicursos
14h – 15h30 Exibição de documentários
17h30 – 19h Mesa “A opinião consentida: olhares sobre a crítica cultural”
 Convidados: Jotabê Medeiros, Pablo Villaça e Bruno Moreschi
20h – 21h30 Palestra com Palmério Dória

Quinta-feira, 16/09
08h30 – 12h Minicursos
15h – 17h Mesa “Imprensa na contramão: quem vai salvar o jornal impresso?”
 Convidados: José Luiz Longo, Octavio Guedes e Luís José Meneghim
17h30 – 19h Mesa “Repórteres de olho: investigação de escândalos políticos”
 Convidados: Edson Sardinha, Lúcio Vaz e Paulo Alceu
19h30 Lançamento do documentário Impasse, sobre o transporte coletivo em Florianópolis  (no Auditório da Reitoria)

Sexta-feira, 17/09
14h - Palestra sobre a importância do Intercâmbio na Vida profissional com a World Study Intercâmbio Cultural
17h30 – 19h Mesa “Linguagens particulares: como escrever para públicos específicos”
 Convidados: Nina Lemos, Jardel Sebba e Thiago Momm
20h – 21h30 Palestra com Xico Sá

[Dica do meu colega Luciano Bottini Filho Jóia]

 

 

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 17h22

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Curso de economia para jornalistas

 
 

Curso de economia para jornalistas

  • Em Brasília.
  • Organizado pelo Ibmec.
  • Gratuito, e com material didático.
  • Nos dias 20 a 22 de setembro, das 8h às 11h15.
  • Vagas limitadas.
  • Inscrições até quinta pelo email michelle.bravin@ibmecdf.br ou 61-3878 7724.

(Dica da Hulde Jóia)

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 14h16

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Dicas para frilas losers como eu

Eu sou freela em São Paulo há um ano. Pouquinha coisa, mas já deu para aprender algo. A primeira coisa que eu aprendi é que as matérias e livros que dão dicas para quem quer ser freelancer foram escritos por pessoas paranóicas e suecas. A única conclusão que você pode tirar dessas matérias é que ser freela é caríssimo e dificílimo.

Quando algum amigo vem me pedir dicas ou perguntar comofas, vou falando do que vivo na prática. Como não tenho responsabilidade jurídica, posso falar o que realmente acho e como realmente funciona comigo. Lembrete: As dicas oficiais são essas das revistas mesmo, se você é certinho, vá por elas. As minhas são para losers como eu.

Apesar da braveza da moça, vale muito a pena ler o post no Já Matei por Menos.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 10h05

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As agruras do repórter sem pauta

Ele até conseguia suportar a rejeição da menina que amava, do pai, que queria um filho médico, mas não a rejeição do pauteiro. Tem dor maior para a alma de um jovem repórter do que a dor de ficar sem pauta? Enquanto os outros repórteres estavam na rua, apurando, investigando, vivendo, o jovem repórter sem pauta estava condenado à melancolia da redação, lendo o horóscopo do dia, fazendo pesquisas no arquivo, fingindo viver.

O final da história está no Desilusões Perdidas.

Se o repórter quiser umas dicas pra sair dessa, pode ler aquele primeiro post da série Proncovô?

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 09h38

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Mais 16 novas vagas para jornalistas

 
 

Mais 16 novas vagas para jornalistas

  Não há concursos em andamento na Folha, no momento. Mas há em seis Estados, vejam só:

São Paulo

Rio

Brasília

Minas

Rio Grande do Sul

Mato Grosso do Sul

Este blog apenas divulga oportunidades de trabalho que chegam a nosso conhecimento. Não nos responsabilizamos pelas vagas que não são da Folha.

Primeiros passos para entrar em 13 grandes veículos de comunicação de todo o país

Acompanhe os concursos da Folha

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 21h10

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Como cobrir conflito armado

 
 

Como cobrir conflito armado

A dica é do meu amigo João Paulo Charleaux:

Já estão abertas as inscrições para o 9º Curso de Informação sobre Jornalismo em Situações de Conflito Armado e Outras Situações de Violência, módulo do Projeto Repórter do Futuro.  Os interessados devem preencher a ficha de inscrição que estará disponível exclusivamente aqui no site da OBORÉ até o dia 20 de setembro. 

Pelo 9º ano consecutivo, o CICV - Comitê Internacional da Cruz Vermelha promove este curso de 15 horas, em São Paulo, nos dias 16 e 23 de outubro, conforme o modelo pedagógico desenvolvido pela OBORÉ no âmbito do Projeto Repórter do Futuro, e em parceria com a ABRAJI - Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo.

Ao todo, são 25 vagas oferecidas exclusivamente a estudantes universitários da graduação que tenham interesse nessa área do jornalismo.

O curso abordará aspectos do Direito Internacional Humanitário, ou Direito Internacional dos Conflitos Armados, úteis para o trabalho da imprensa, além de apresentar o perfil da ação humanitária do CICV em quase 80 países e discutir questões éticas, técnicas e jurídicas ligadas ao trabalho do jornalista em missão profissional perigosa.

Entre os conferencistas/entrevistados deste ano estará um oficial das Forças Armadas, especialista  em relacionamento com a imprensa e com experiência em operações de paz no Haiti. Confirmadas também as presenças de um Coronel da reserva da Polícia Militar de São Paulo e assessor do CICV, além do Ouvidor Geral das Polícias no Estado de São Paulo, para abordarem a importância do respeito às normas internacionais sobre o uso da força e armas de fogo. Completam o quadro docente uma jornalista com experiência internacional e o assessor jurídico do CICV, especializado nas normas que regulam a condução dos conflitos armados.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 19h54

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O que realmente interessa ao leitor on-line?

Como saber?

Há quem meça pelo número de cliques.

Mas gente que estuda esse meio tende a achar que o número de cliques é, na verdade, reflexo do destaque dado à notícia.

É um círculo: o que aparece no alto puxa mais cliques e, por isso, fica mais tempo no alto.

Outro jeito de medir, considerado mais realista, é pelas matérias encaminhadas aos amigos. O Monday Note fez um estudo muito legal dos textos mais enviados, dentre sites de grandes jornais. O resultado está aqui, e é uma agradável surpresa para quem já via o apocalipse do jornalismo nas malhas da internet.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 09h58

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Ana Estela de Sousa Pinto O blog Novo em Folha é uma extensão do programa de treinamento em jornalismo diário da Folha. É produzido pela editora de Treinamento, Ana Estela de Sousa Pinto, por Cristina Moreno de Castro e pelos participantes do treinamento e pela Redação.

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