Programa de Treinamento

Novo em Folha

 

Humor nos desexemplos do jornalismo

  Como hoje é sexta e faz tempo que este blog não faz ninguém rir, seguem algumas etiquetas que o blog de Tom Scott propõe para os maus jornalismos praticados vez ou outra por aí:

"AVISO: Esta matéria é basicamente um release, copiado e colado."

"AVISO: Jornalistas escondendo suas próprias opiniões através de frases como 'pessoas afirmam que'"

"AVISO: Para garantir futuras entrevistas com a fonte, questões importantes não foram feitas."

"AVISO: Jornalistas não entendem dos assuntos sobre os quais escrevem aqui" 

"AVISO: Esta matéria contém informação sem fonte e sem checagem, da Wikipédia"

Veja mais AQUI Bem humorado

Outro post de humor no jornalismo aqui

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 20h51

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Cuide de seu portfólio

  O Poynter lista algumas coisas que você deve fazer para deixar seu portfólio online o melhor possível:

  • crie um endereço com seu nome, se ele estiver disponível em algum domínio barato.
  • deixe a cara do seu portfólio bonita, faça ela dizer a que veio.
  • coloque vários links para seus trabalhos na web.
  • linke também para suas redes sociais.
  • inclua fotos, slides e vídeos.
  • torne seu portóflio com cara de atualizado, incorporando seu blog ou atualizações de twitter nele.
  • coloque seu currículo em dois formatos: um visto na própria tela e outro em PDF ou Word, para ser impresso bonitinho.

LEIA A ÍNTEGRA AQUI.

Leia também:

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 20h39

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

11 fotoblogs bacanas de jornais

  Tirei as fotos acima de uma lista com 11 fotoblogs bem legais que o 100,000 Words selecionou. São trabalhos de grandes veículos, para a gente espiar e acompanhar.

O Lens, do New York Times, a gente já conhecia, mas também tem blog da Reuters, da BBC, do Wall Street Journal, Los Angeles Times e outros.

CLIQUE AQUI para conhecer todos.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 20h08

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Dúvida de leitora: termino o direito antes?

  A leitora Isabella, de São Paulo, pediu um conselho dos leitores do Novo em Folha:

"Eu ainda estou na faculdade de jornalismo, no segundo ano, e é esta a carreira que pretendo seguir. Mas, concomitantemente, faço o curso de direito, numa grande universidade pública; já estou no quarto ano.

Fazer duas faculdades é difícil, mas muito compensador, porque amplia meus horizontes e minha base cultural. Entretanto, como é óbvio, não tenho tempo para estagiar. Isto pode me prejudicar?

Temo que sim. Por isto, penso em trancar o curso de jornalismo, por mais que isto me custe (eu o adoro), para concluir minha graduação em direito. Não quero perder a oportunidade de ter um diploma em direito, por mais que não deseje trabalhar na área.

Gostaria de saber esta é uma boa escolha. Devo adiar minha entrada no mercado de trabalho, para obter uma graduação extra? Isto será valorizado quando eu for procurar um emprego, ou o que conta mais é a experiência?"

O que vocês acham?

Outros casos recentes:

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 16h10

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Mais 23 vagas para jornalistas

 
 

Mais 23 vagas para jornalistas

  Lembro que ainda há um concurso em andamento na Folha, para vaga de plantonista de Cotidiano.com, com inscrições até segunda.

E mais:

São Paulo

Rio

Brasília

Bahia

Paraná

Pernambuco

Este blog apenas divulga oportunidades de trabalho que chegam a nosso conhecimento. Não nos responsabilizamos pelas vagas que não são da Folha.

Primeiros passos para entrar em 13 grandes veículos de comunicação de todo o país

Acompanhe os concursos da Folha

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 15h12

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | Vagas | PermalinkPermalink #

Por que a faculdade não garante emprego a alguém

"O máximo que uma faculdade de jornalismo garante é...

... um diploma de jornalismo."

Isso não é uma provocação na guerra dos contra diploma X a favor, mas uma reflexão interessante que está hoje no Journalism.co. Dá pra ler na íntegra aqui, mas, em resumo:

A faculdade lhe trará:

  • boas lembranças

  • bons contatos

  • técnicas

A faculdade NÃO lhe trará:

  • um emprego em jornalismo

 Quem quer trabalhar em jornalismo precisa, basicamente, se mexer e correr atrás:

  • envolver-se nos jornais laboratórios
  • fazer estágios
  • participar de intercâmbios
  • aventurar-se por conta própria na internet

 


DE QUE HABILIDADES UM JORNALISTA PRECISA?

E já que o assunto é este, talvez vocês queiram ver esta enquete feita pela "Online Journalism Review". sobre o que é importante pra ser jornalista hoje em dia.

Não é nada estatisticamente representativo, mas vale a pena olhar as habilidades listadas.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 11h16

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Conheça a Cris

  Este foi o primeiro vídeo que fiz sozinha, do começo ao fim. Critiquem à vontade, mas, antes, divirtam-se com a Cris (ou, para os twitteiros, @kikacastro).


 Eu queria declarar umas coisas:

  • Sou tímida assim só em vídeos, tá? E minha voz pessoalmente não parece de menina de 3 anos, mas de uns 6, vai  Falei bobagem
  • A Ana é a melhor aluna de edição de vídeos que já vi, pegou tudo em uma hora e meia de conversa e depois fez tudo sozinha rapidaço!
  • Apesar da vergonha, no final achei linda a homenagem e mais lindas ainda as mensagens nos comentários, inclusive de gente que eu não conhecia! Apaixonado
  • Quero aproveitar para agradecer publicamente à Ana, ao Fábio, à Sandrinha e à Vivi, por terem me aturado no Treinamento. 

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 16h58

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

A briga diária dos repórteres

  "Se você aparece na reunião de pauta diária sem uma história, provavelmente está na profissão errada. E, se seu editor te entrega um release no final da reunião, você falhou como um jornalista."

As frases acima podem desanimar muita gente que não tem fontes, está apenas começando e sente dificuldades de encontrar as próprias pautas.

Mas também pode servir de estímulo ao defender que devemos "brigar para ter nossas ideias de histórias aceitas".

É isso: o jornal é um pedaço limitado de papel, onde cabe um número limitado de histórias, entrecortadas por fotos, infográficos e outros elementos gráficos, e encaixotadas no espaço que o anúncio não ocupou.

Assim, cabe aos repórteres brigar para ter sua matérias destacadas ali – e ele só terá sucesso nessa luta diária se tiver boas histórias para oferecer.

O site Media Helping Media, de onde tirei as aspas acima, dá 24 dicas de como encontrar novas histórias por aí, VEJA AQUI Jóia

Minhas favoritas:

  1. Faça amigos entre taxistas, entregadores e outros desbravadores da cidade.
  2. Folheie casos judiciais locais.
  3. Pergunte às pessoas na rua (vizinhos, amigos) o que as preocupa, quais os problemas da cidade, o que gostariam de ver estampado no jornal.
  4. Ligue para seus contatos de matérias passadas, de histórias de um ano atrás, e veja se há novidades.
  5. Estatísticas são histórias, não apenas números.

Leia todas AQUI.

Leia também:

Como um repórter define sua pauta? Histórias concretas de cinco repórteres da Folha.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 16h24

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Jornalismo policial

 
 

Jornalismo policial

  Meu colega ANDRÉ CARAMANTE é um dos entrevistados do livro "Jornalismo Policial: histórias de quem faz", produzido pelos formandos de Jornalismo (2010) da Uniban, com organização de Patrícia Paixão.

Será lançado neste sábado, às 19h, na Bienal Internacional do Livro (rua N, estande 31).

Além do André, foram entrevistados os mestres Percival de Souza, Fernando Molica, Renato Lombardi, Marcelo Rezende, Luiz Malavolta, Gil Gomes e Bruno Paes Manso, entre outros.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 16h21

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | Sugestão de leitura | PermalinkPermalink #

Novos bebês

Estes são dias de novidades aqui no treinamento.

Não, ninguém está grávida.

Mas acaba de sair da gráfica o livro que eu e a Cris escrevemos (este aqui) e, a partir de segunda-feira, a Cris vai deixar a Editoria de Treinamento e começar nova vida em Cotidiano.

Fiz um vídeo em que ela conta tudo isso – foi o primeiro totalmente feito por mim, por isso o bebê do título. Aguardem, ele vai estar daqui a pouco aqui no blog.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 16h11

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Como tirar seu MTB

Vixe. Sou jornalista há 22 anos, formada há 15, e nunca fui tirar o meu! Agora que meu amigo Thiago Blumenthal (paciente editor do novo livro que escrevi com a Cris) contou o caminho das pedras tim-tim por tim-tim aqui pros leitores do blog, vou criar vergonha na cara e cuidar disso de uma vez por todas.

 

Acompanhem as orientações:

 

O MTB é o registro profissional de jornalista. É um número e um carimbo na sua carteira profissional que regulariza e oficializa a sua função.

Mas pra que ele serve?

Preciso tirar mesmo?

Quem vai exigir?

Bom, vamos por partes, iniciando pela última pergunta: alguns veículos (Globo, Record, por exemplo) exigem esse documento quando contratam um novo jornalista para suas equipes. Em algum momento, o RH dessas empresas vai pedir o seu MTB e aí não adianta fazer cara de quem nunca ouviu falar nisso. Sem MTB na carteira, nada de vaga, procure outro emprego. Não tem conversa.

Concursos públicos também exigem o registro, por isso, nunca se sabe o dia de amanhã: não custa tirar logo. 

O MTB não serve pra muita coisa de fato. Acaba sendo mais uma exigência do veículo que está te contratando do que uma obrigatoriedade legal. Muita gente passa a vida toda exercendo funções jornalísticas e não tira o registro. E esse jornalista não é nem mais nem menos que aquele que tem MTB. Mais ou menos como o diploma de uma universidade: algumas empresas exigem apenas o certificado de que você é formado e tem curso superior, mas outras (como cargos públicos) pedem o diploma da universidade cursada. Talvez você nunca vá precisar dele, mas não custa ter. 

O que muita gente se pergunta é: mas não sou formado em jornalismo, tem problema? Não. De acordo com a decisão de 17 de junho de 2009 do Superior Tribunal Federal (STF), não há mais obrigatoriedade de diploma de jornalista para exercer função na área. Portanto, se você é arquiteto, mas trabalha (ou deseja trabalhar) com jornalismo, pode tirar o seu registro de jornalista. Simples assim. Quem decide se você é (ou pode ser) um bom jornalista ou não é o veículo em que você trabalha, não o governo ou o sindicato nem nada assim. Justo. 

A diferença é que, se você não for formado em jornalismo, o seu registro ficará como "registro de jornalista", enquanto se você tem essa formação específica, aí será "registro de jornalista profissional". Para a empresa que está exigindo o MTB, dá na mesma. O que importa é ter o registro.

E o que fazer? Onde tirar?

Quem faz esse serviço é o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) cuja Superintendência aqui em São Paulo fica na rua Martins Fontes, 109 (fica bem ali na parte pra baixo da Augusta, perto da Avanhadava, no centro / perto do metrô República). Em São Paulo, é só lá que faz (as gerências e agências regionais nos bairros não fazem esse trabalho). No site do MTE, tem a lista de todas as capitais brasileiras, com os endereços e telefones para informações. 

Você precisa ter os seguintes documentos à mão:

  • RG (original e uma cópia)
  • CPF (original e uma cópia)
  • Carteira de trabalho (original e cópia das páginas com número, série e qualificação civil)
  • Comprovante de endereço (original e cópia)
  • PIS (se você não tem aquele Cartão do Cidadão, basta informar o seu número do PIS)
  • Diploma (se for formado em Jornalismo)

Diga que foi tirar registro profissional e algum funcionário irá orientá-lo para qual seção (dos inúmeros corredores kafkianos da burocracia infinita) você deve se encaminhar. Terá que preencher dois formulários bem simples e pronto. 

Pronto? Mais ou menos. Eles vão te dar um protocolo para você voltar dali a tantos dias (ou meses). Não fica pronto na hora; em São Paulo costuma demorar dois meses por exemplo. É muito tempo e nem sempre a empresa que está te contratando pode esperar tanto assim. Por isso, leve também no dia alguma carta da empresa comprovando a exigência do registro para aquela vaga. Pode dar certo ou não. 

Caso precise mesmo voltar lá daqui um tempo, não se esqueça de levar não só o tal protocolo, mas também a carteira profissional de novo, que é onde eles vão carimbar ou etiquetar o número do seu MTB. Isso é muito importante: volte lá com o protocolo + carteira. 

O caso atual é o seguinte: o Ministério do Trabalho e Emprego está em greve há meses em mais de 20 Estados brasileiros. Isso indica que, mesmo quando eles voltarem ao trabalho, terão muitos trabalhos por fazer e o registro deve demorar ainda mais. Portanto, pode ser uma espera de muitos meses mesmo, talvez um ano ou mais.

E agora, você que está precisando do MTB com urgência? Era o meu caso. Mas não se desespere.

Para quem mora em São Paulo (cidade ou Estado): desde o dia 22 de julho, a Gerência Regional de Piracicaba está fazendo esse serviço. Fui lá hoje, tudo muito tranquilo, com um atendimento que nem parece de funcionarismo público. Em apenas 90 minutos eles tiraram o meu registro. Cheguei lá bem cedo, entreguei toda a papelada e, nessa espera de pouco mais de uma hora, fiquei passeando a pé pela cidade, tomei um lanche e ainda coloquei a leitura em dia na agradável pracinha que fica em frente ao bonito e antigo prédio da Gerência Regional. Valeu muito a pena. Como muita gente não sabe disso (e muita gente está bem desesperada pra tirar o registro), a dica é muito válida. O endereço deles é: rua Boa Morte, 1791 - centro de Piracicaba (o telefone deles é 19 3422-0013).

Pra quem vai de ônibus, tem que pegar pela viação Piracicabana no Terminal Tietê. Chegando na rodoviária lá de Piracicaba, fica umas cinco ruas atrás, bem perto. 

Boa sorte! :)

SITES QUE AJUDAM:
Notícia sobre registros feitos em Piracicaba: http://bit.ly/cBKRN7

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 18h33

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Mais 12 vagas para jornalistas, uma na Folha

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 17h15

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | Vagas | PermalinkPermalink #

O presidente é um canalha

  Xingar o presidente da República pode?

Foi o que fez a revista francesa "Marianne" – voyou (pronuncia-se voaiú) quer dizer canalha, delinquente, marginal.

No mês passado, já havia feito barulho o jornal satírico "Le Monte", com estas capas "irreverentes" (para dizer o mínimo).

Essa fotomontagem da cadeia foi até proibida pela Justiça (leia a notícia aqui).

No novo capítulo da novela "certa imprensa" X presidente, até a oposição acha que a "Marianne" exagerou, conta meu futuro trainee MARCELO MARANINCHI.

O ótimo site Rue89 diz que foi o próprio Sarkozy quem se pôs nessa situação, mas defende a crítica política em vez do insulto (leia aqui, em francês).

E você, o que acha?

O direito de crítica tem limites?

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 09h47

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

São os leitores, idiota!

O perigo que ronda o jornalismo não vem da crise econômica que afeta os veículos, mas da "crise cultural" que afeta os leitores.

Análise muito interessante do repórter Carl Bernestein (do caso Watergate) numa entrevista que você acha neste blog do Guardian.

Uma frase, em tradução livre:

"Não me preocupo com o futuro do jornalismo investigativo. Há muita nostalgia por uma "era do jornalismo investigativo" que, na verdade, nunca existiu. O problema verdadeiro é que hoje há muito menos gente interessada em notícia séria".

[Dica do meu prof Marcelo Soares Jóia]

 

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 09h28

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Prêmios jornalísticos – inscreva seu trabalho

  Vejam o cronograma de inscrições:

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 18h20

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Mais 20 vagas para jornalistas

 
 

Mais 20 vagas para jornalistas

 

  Há vagas em cinco Estados + DF:

São Paulo

Rio

Brasília

Rio Grande do Sul

Paraná

Mato Grosso

Este blog apenas divulga oportunidades de trabalho que chegam a nosso conhecimento. Não nos responsabilizamos pelas vagas que não são da Folha.

Primeiros passos para entrar em 13 grandes veículos de comunicação de todo o país

Acompanhe os concursos da Folha

 

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 17h37

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | Vagas | PermalinkPermalink #

Exemplo de entrevista

 

A Folha publica hoje uma entrevista com o best-seller Rick Riordan, o inventor de Percy Jackson. (aqui, para assinantes).

Acho que é um bom caso de estudo olhar as perguntas da minha colega CRISTINA FIBE. Reparem:

  • as perguntas deixam claro que ela se preparou. Fez uma pesquisa básica antes
  • apesar disso, ela deixa espaço para o escritor recontar histórias que nosso leitor talvez desconheça

Folha - Como lhe ocorreu a ideia da série "Percy Jackson"? O sr. já disse que foi seu filho Haley quem o inspirou.

Quando "O Ladrão de Raios" foi lançado, o sr. já era conhecido pela série adulta "Tres Navarre", principalmente nos EUA. O sucesso de Percy Jackson o surpreendeu?

Após o fim da série "Percy Jackson", o sr. se sentiu inseguro com relação aos livros que escreveria sem os personagens do mundo de Percy? Por que decidiu inclui-los em "The Lost Hero"?

Por que lê os livros para seus filhos, antes de publicá-los?

O fato de os seus filhos estarem crescendo mudará o público alvo dos seus livros?

O sr. é frequentemente comparado à autora britânica J.K. Rowling, de "Harry Potter". Como vê esse paralelo?

Como compara Harry Potter a Percy Jackson?

O sr. já disse que tinha dificuldades, quando criança, para encontrar livros que mantivessem o seu interesse. Como vê a literatura infantil atual?

O sr. colocou no Twitter uma mensagem em português, agradecendo aos fãs brasileiros. Fala português? Tem planos de ir ao Brasil?



Vale a pena ler de novo: Cada entrevista com sua pergunta - quando fazer perguntas abertas ou fechadas

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 10h02

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

O que ler

  Minha leitora Lygia, de Uberlândia, escreveu pra sugerir a leitura da coleção Jornalismo Literário, da Companhia das Letras, que tem mesmo excelentes clássicos.

Aí me lembrei que fizemos em 2007 (meu deus!! já faz todo este tempo?) uma lista de indicações de leitura (veja aqui). Afinal, estamos bem na época da Flip e da Bienal dos Livros.

Como são três anos de lá pra cá, acho que está na hora de atualizar, não é?

Cliquem na lista, vejam o que está faltando e mandem suas sugestões!

 

 

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 09h40

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Ver mensagens anteriores

PERFIL

Ana Estela de Sousa Pinto O blog Novo em Folha é uma extensão do programa de treinamento em jornalismo diário da Folha. É produzido pela editora de Treinamento, Ana Estela de Sousa Pinto, por Cristina Moreno de Castro e pelos participantes do treinamento e pela Redação.

BUSCA NO BLOG


Treinamento Folha
RSS

ARQUIVO


Ver mensagens anteriores
 

Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página
em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha.com.