Programa de Treinamento

Novo em Folha

 

Reflexões para o fim de semana

  Muito legais as pequenas reflexões DESTE blog. São 15 ao todo, mas vou postar minhas cinco favoritas e que mais têm a ver com jornalismo, para começarmos bem o fim de semana:

Viva a criatividade!

Vivam as diferenças!

Cada dia você quer fazer uma coisa diferente? Junte-se ao time!

Os melhores jornalistas que conheço são muito bons, sabem que são, mas são humildes mesmo assim.

(Plis, ignorem o palavrão desnecessário dos parênteses) Nada mais verdadeiro, e tem a ver com as discussões dos posts desta semana! Jóia

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 21h11

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Mais 19 vagas para jornalistas

 
 

Mais 19 vagas para jornalistas

  Lembro que ainda há dois concursos em andamento na Folha: para repórter colaborador de caderno especial de Educação, com inscrições até o dia 20, e para repórter colaborador de imóveis, construção e decoração, com inscrições até o dia 23.

E mais:

São Paulo

Rio

Minas

Paraná

Brasília

Este blog apenas divulga oportunidades de trabalho que chegam a nosso conhecimento. Não nos responsabilizamos pelas vagas que não são da Folha.

Primeiros passos para entrar em 13 grandes veículos de comunicação de todo o país

Acompanhe os concursos da Folha

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 18h48

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O que a Marcella quer saber sobre jornalismo:

 
 

O que a Marcella quer saber sobre jornalismo:

"Como é a reunião de pauta?"

  E chegamos ao últimos dos 15 episódios da série de terça-feira, que procura explicar em detalhes curiosidades sobre o funcionamento de um jornal diário.

(OK, gente, sei que hoje é quinta, mas é que estava rolando uma polêmica tão boa no blog...! Muito feliz)

Desde o primeiro episódio, iniciado há mais de três meses, já explicamos como é a rotina de um pauteiro e como as pautas são definidas pelos repórteres, como é o fechamento da Primeira Página, a rotina da repórter que cobre o Lula, a rotina da editoria de Arte e dos fotógrafos, o trabalho da ombudsman, a cobertura do Oscar, dentre vários outros aspectos do jornal diário. Todos os vídeos tiveram exemplos concretos e detalhados, para que fosse possível a um estudante de jornalismo (ou qualquer outra pessoa com curiosidade a respeito da profissão) se aprofundar nos assuntos abordados.

Para fechar, vamos responder hoje à segunda pergunta da leitora Marcella:

Para mostrar como é uma reunião, filmei toda a uma hora da reunião do dia 30 de abril e, na edição, mantive o essencial de cada editoria (a única que não pôde entrar, infelizmente, foi a Ilustrada, porque começou a dar microfonia e o barulho ficou insuportável). Peço desculpas pelo tamanhão que ficou o vídeo e por algumas cenas com tremedeira etc, mas é que quis manter o máximo possível para quem realmente quisesse saber como é essa reunião diária das 9h às 10h:

No mais, até a próxima série! Jóia

E, quem não viu ainda, abaixo estão os outros 14 vídeos:

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 11h51

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Das vezes em que eles não passaram

  Para encerrar esse tópico, consultei os últimos 110 trainees que passaram pela Folha, para saber quantas vezes eles tiveram que tentar o processo seletivo antes de serem aprovados. É uma estatística que nunca foi feita, acho, e já serviu para dar uma boa ideia do que falamos nos posts anteriores.

Dos 110 consultados, 63 me responderam até agora. Destes, 60% tiveram que fazer mais de um processo seletivo antes de entrar (alguns não passaram nem na fase da ficha, outros chegaram até a semana de palestras e não conseguiram). Ou seja, tiveram que ouvir um ou mais "Nãos" até conquistarem a vaga.

O gráfico acima é autoexplicativo, então boa reflexão para vocês Jóia


Atendendo ao pedido do Everton, e com a grande ajuda do meu professor de Excel Paulo Haddad, descobri que, pelo menos entre os 263 ex-trainees que eu conhecia a data de nascimento, a média de idade que tinham quando entraram no Programa de Treinamento era 24 anos. Os mais novos entraram com 18 aninhos (três pessoas) e uma pessoa entrou com 34 anos (foram 11 trintões). Bem legal essa estatística, né! Muito feliz Claro que pode ter tido gente mais nova ou mais velha ainda, entre os que não sei o nascimento, mas acho que a média dificilmente mudaria.

Das vezes em que não passei

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 17h27

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"O que eu aprendi antes do treinamento"

  Um relato da Juliana Siqueira, que chegou até a terceira fase de seleção da 50ª turma de trainees, mas acabou não passando para a semana de palestras:

"Segunda-feira recebi um email que afirmava minha não classificação para a semana de palestras. Acho que passei por todas as fases, desde a negação do fato até a melancolia. Não tinha lista de excedentes para que eu pudesse me iludir com uma teórica repescagem. Também não havia meu posicionamento numérico – minha prova poderia ter sido tanto a 41ª melhor como a 80ª, o que obviamente, no primeiro caso, me faria ter como defesa pessoal o "quase lá", argumento comum dos vestibulandos e afins. Com o 41ª eu me consolaria com a minha própria correção do texto e poderia colocar a culpa numa repetição de palavras num espaço minúsculo de tempo. Ficou horrorosa. Depois pensei que tudo vira aprendizado. Neste caso, se transformou, através de analogias, em saber jornalístico. As questões são:

Nem sempre dar o melhor de si é fazer o melhor para si. Não há dúvida de que me dediquei ao máximo – embora ele fosse insuficiente neste momento. Mas o esforço deve vir com a capacidade de se autorespeitar. Não há ganhos se o "eu" é transferido para o papel de coadjuvante, abrindo espaço apenas para o resultado. Como pensar em uma grande reportagem se automaticamente sou capaz de me apagar enquanto profissional? Não dá certo se martirizar acreditando que o alvo é maior do que você. Somos do mesmo tamanho e o segredo é caminhar junto.

Tentar entender pela milésima primeira vez não é algo constrangedor. Quando passei para a terceira etapa, li as provas anteriores que possuíam questões abertas. Imaginei que iria ser cobrado algo semelhante, pois era este o perfil de profissional solicitado pela empresa. Tive uma dúvida e saí para procurar um professor na faculdade. Ao ser indagado e ter feito cara feia porque era justamente a matéria que ele lecionava – muito bem, por sinal – respondeu que este era o exercício que ele havia explicado mil vezes. Não sei o porquê de eu não ter pedido a milésima primeira explicação. Passei com notas excelentes nesta matéria, mas descobri que era um fazer mecânico. E jornalismo não é a reprodução de "Tempos Modernos". Se ele fosse um personagem para a minha matéria, então, o que eu ia fazer? Postura é essencial.

Gostar é secundário. Um ex-chefe sempre dizia nas reuniões que deveríamos saber 100% a respeito do nosso trabalho e 90% acerca do trabalho dos outros, pois nunca saberíamos quando as substituições seriam necessárias. É uma questão de integração ao mundo. Para a primeira prova, estudei assuntos que não me interessavam. Eu sabia muita coisa sobre várias questões e poderia ficar horas explicando, simplesmente porque eram de interesse pessoal. Mas aprendi que devemos trabalhar com a imparcialidade e que o conhecimento não deve ser condicionado às próprias preferências. É assim que se caminha rumo à objetividade.

Instituições são instituições. Na tentativa de me sociabilizar, antes da primeira prova, comecei a conversar com os outros concorrentes. Na verdade conversei com dois e fiquei calada, já imaginando que desenvolveria um complexo de inferioridade ali mesmo. Ambos eram jornalistas formados pela universidade mais concorrida da minha cidade. Teve um ano que a relação de candidatos/vaga para comunicação superou esta mesma relação para o curso de medicina. Meu primeiro pensamento foi: "Melhor voltar para casa. Se eles passaram na prova daquela universidade, a capacidade deles é muito alta. Os concorrentes estão muito além de mim". É claro que a capacidade deles era alta, pois estavam ali. Eu deveria ter acreditado que a minha era a mesma. Nós não somos a instituição que representamos. Como eu poderia entrevistar alguém se em casos assim eu enxergava cargo/representação social em detrimento do próprio ser humano? O conjunto é importante e é nele que descobrimos as particularidades inerentes a cada um.

A paixão é fundamental. Eu escrevi a ficha de inscrição com o sentimento. Na hora, achei que eu tinha passado a imagem de pseudopoeta. Enviei assim mesmo. Meus professores costumavam dizer que minha característica é fazer tudo diferente. Alguns achavam excelentes minhas abordagens e me consideravam extremamente criativa, me indicavam voluntariamente para estágios e diziam que nunca tinham visto alguém assim. Outros me achavam uma criança mimada e metida à besta. Nenhum deles estava certo. Nós somos o que somos. Simples. Meu raciocínio se processa de uma determinada forma, nem melhor e nem pior do que as outras. E eu deixei que esta forma se perdesse ao fazer a terceira etapa. Eu escutei a razão. E a razão que não era sequer a minha.

Não devemos desistir. No terceiro período, enquanto eu trabalhava muitas horas por dia para pagar a faculdade e não dormia quase nada, eu ouvi de uma professora: "Você nunca vai ser jornalista". Fiquei muito triste. A fundamentação dela era a de que meu vocabulário não era acessível e meus textos pareciam copiados de livros acadêmicos. Quando recebi o e-mail de seleção da Folha, a frase voltou com a mesma força que ela teve inicialmente. Mas agora, não para me deixar insegura e sim para que eu compreendesse que é preciso persistir apesar de tudo.

Vai dar tudo certo. Não me esqueci desta frase no e-mail que recebi. No contexto original, ela estava relacionada às condições técnicas para a prova. Depois que não passei, mudei o contexto para meu uso pessoal e ela continua com o mesmo significado. Vai dar tudo certo. Pode não ser agora, nem amanhã e nem depois. Mas é necessário saber que os nossos sonhos são fortes o suficiente para que garantam as nossas escolhas e a nossa vida. Início de carreira é persistência e a felicidade de saber que as tantas dúvidas e incertezas também possuem seu caráter positivo. Quando estiver mais velha, vou sentir saudades da minha juventude e desta fase em que eu possuía tantos caminhos. Afinal, ainda se tem o mundo inteiro enquanto o maior dos problemas é ter várias opções de desenvolvimento profissional e pessoal. A realidade deve existir tal como ela é, pois o que a faz ser linda não é a sua face: é a nossa, enquanto tem forças para se revelar intensa e genial a seu modo."

Por falar nisso:

  • Das vezes em que não passei
  • Outros caminhos para entrar na Folha
  • Leia os posts sobre como fazer frilas (ótima porta de entrada em veículos)
  • Acompanhe as vagas para jornalistas (várias a cada dois dias)
  • Acompanhe os processos seletivos da Folha (há duas abertas agora!!)
  • Passei de segunda
  • Você também pode ser um Diego Souza
  • Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 16h15

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    Mais 24 vagas para jornalistas, duas na Folha

     
     

    Mais 24 vagas para jornalistas, duas na Folha

      Há dois concursos em andamento na Folha: para repórter colaborador de caderno especial de Educação, com inscrições até o dia 20, e para repórter colaborador de imóveis, construção e decoração, com inscrições até o dia 23.

    E mais:

    São Paulo

    Rio

    Santa Catarina

    Minas

    Brasília

    Este blog apenas divulga oportunidades de trabalho que chegam a nosso conhecimento. Não nos responsabilizamos pelas vagas que não são da Folha.

    Primeiros passos para entrar em 13 grandes veículos de comunicação de todo o país

    Acompanhe os concursos da Folha

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 15h58

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    Das vezes em que não passei

      Um monte de gente começou a escrever nos comentários abaixo que ficou frustrado por não ter sido selecionado para a última etapa de seleção do 50º Programa de Treinamento da Folha, que teve a lista divulgada ontem.

    No começo, fiquei sem entender qual a relação com o post sobre o dilema da Karine, até ler o que disse a leitora Laura, de Porto Alegre:

    "Porque quando a gente inscreve, já fica pensando que roupa vai levar, que vai pintar o cabelo, pesquisa, decora o livro da Ana Estela de trás pra frente, pesquisa sobre São Paulo e tudo mais. Daí quando a gente vê o dilema de alguem que quer mudar pra SP do que a gente vai lembrar? que a gente podia ser essa pessoa e não pode porque a vida injusta quis assim."

    Estamos falando de uma coisa muito importante na vida da gente, que é a expectativa. E que leva à frustração quando não é atendida no momento em que mais desejamos. Então peço desculpas por ter postado o dilema da Karine neste momento pouco propício, mas é que não tinha atinado mesmo.

    Mas isso me dá a oportunidade de falar sobre um assunto que a gente esbarra ao longo de toda a nossa vida profissional: a frustração de a gente se preparar muito, estudar, confiar em nossa capacidade e não sermos aprovados.

    • Isso aconteceu com a ANA ESTELA quando tentou fazer mestrado na USP. Ficou superfrustrada.
    • E com o RICARDO GALLO, que tentou duas vezes o trainee da Folha, tentou o do "Estadão", e só conseguiu entrar no jornal quando tentou concurso para frila da Folha Ribeirão e se arriscou.
    • Aconteceu também com o Ricardo Pellim, que chegou até a última das etapas de seleção, a semana de palestras, mas não foi um dos dez selecionados.
    • E com o GUSTAVO VILLAS BOAS, que fez duas semanas de palestras e também não passou. Mas começou a frilar para o jornal e hoje trabalha na Ilustrada.
    • O VITOR MORENO, que hoje é colega do Gustavo, e o ELTON BEZERRA, da última turma de trainees, tentaram mais de três processos seletivos até passarem.

    Enfim, são inúmeras as histórias. Cada um deles, graças ao talento que têm, conseguiu atingir seu objetivo em algum momento, mesmo que por caminhos alternativos (frila, outros processos, insistência).

    Também já deixei de passar em vários processos seletivos antes e durante meu tempo na Folha. Vários. Pra começar, só tirei carteira de habilitação na quarta tentativa (e juro que dirijo bem, mas ficava toda tremendo na hora do exame de rua Cansado). Passei para a equipe de natação depois de uns cinco testes. Levei meu portfólio para um jornal de Minas, pessoalmente, e não recebi nem um "Quem sabe um dia" como resposta. Na minha primeira tentativa de entrar no Treinamento da Folha, nem minha ficha foi selecionada (o que também dá um certo desespero: será que nem o perfil eu tenho? Nem vou ter a chance de mostrar que posso passar numa prova? Devo tentar de novo?). Depois do Treinamento, fiz um concurso interno para redatora de Poder e não passei. Depois de seis meses na Agência Folha, fiz um concurso interno para repórter de lá, com três vagas, e não passei. Antes, já tinha feito para correspondente de Belo Horizonte, minha terra natal, sobre a qual sei um bocado, e também não passei Muito triste

    Eu divido minhas frustrações em detalhes pra vocês verem que ouvir um "Não" é normal. É tudo difícil assim mesmo. Cada desaprovação gera uma grande tristeza, mas o que a gente tem que ter em mente é que não somos nós que temos um "problema". O que ocorre é que, num processo seletivo, estamos concorrendo com várias pessoas tão ou mais capacitadas que a gente e que, naquele teste específico, aquelas pessoas foram melhores.

    Em outros testes, tudo pode ser diferente, mas a gente só vai saber se continuarmos insistindo naquela "vaga dos sonhos".

    Alguém que foi selecionado entre 1.800 inscritos e depois passou em uma prova contra 260 pessoas não pode se considerar "perdedor", né. Dos 80 que fizeram a prova dissertativa do Treinamento, 40 vão para a semana de palestras. Mas os outros 40 já tiveram uma experiência importante, que será valiosa no processo do semestre seguinte. Já estão um passo à frente dos futuros concorrentes.

    E um dia vão fazer as malas e passar por muitas outras conquistas (e outras frustrações), sempre em frente Jóia

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 18h34

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    Dica para os desmemoriados

      Você costuma esquecer o nome da pessoa que está entrevistando? Chama o João de José, sem querer? Tem brancos, troca letras, deixa a fonte se sentindo um jiló em prato de quem tem paladar infantil?

    Se quiser evitar esse mico, veja a dica que o Plínio Bortolotti deu na lista da Abraji:

    "Por vezes, quando entrevisto alguém por telefone, costumo pôr um papel bem grande na minha frente com o nome do entrevistado. Vale como sugestão para quem sofre do mal."

    E o Gabriel "Agá" Ferreira completou na mesma lista:

    "Quando a estrevista é por telefone, faço como o Plínio. Quando a entrevista é ao vivo, marco o nome da pessoa no rodapé do bloquinho e conforme vou passando a página, vou marcando de novo, para não correr o risco de passar vergonha. Teve uma época que eu marcava o nome da pessoa na mão, mas dava muito na cara e achei que ficava chato."

    Jóia

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 16h33

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    Dilema de leitora: de Minas para São Paulo

    Minha mudança para São Paulo :)

      A leitora Karine, de Beagá, está passando por um dilema que muitos de nós já enfrentamos: ela já tem uma proposta de emprego em São Paulo, onde espera ter mais oportunidades de trabalho como jornalista, mas, para isso, terá que enfrentar outros tipos de dificuldades, financeiras e sentimentais. Vejam só:

    "Vivo talvez o maior dilema de minha vida e gostaria que vc e os leiores do blog me ajudassem, por gentileza. Recebi uma proposta de trabalho em São Paulo capital, com possibilidade de transferência da faculdade que eu curso aqui para a mesma em SP (com a bolsa integral que tenho aqui). Não trabalho com jornalismo em BH, moro em república, porque minha família mora em Jequitinhonha, mas meus gastos mensais não ultrapassam 600 reais. Em SP, a realidade é bem diferente. O salário será de R$ 700 mais transporte e alimentação. Minha família não tem qualquer condição de me ajudar, caso meu salário não dê conta... Não sei o que faço: se vou e enfrento todos os riscos ou se fico por aqui mesmo, lembrando que continuarei "próxima" de minha família, o que não será possível em SP porque trabalharei aos sábados e a passagem é bem cara. O que eu faço?"

    A gente sabe que a decisão é só dela e depende do que ela considera prioritário nesta fase da vida. Mas talvez possamos ajudá-la a refletir, dividindo nossas experiências aí nos comentários  Bem humorado

    E então, o que vocês diriam? Jóia

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 15h21

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    O beijo da fonte na repórter

      Depois que a Espanha foi campeã, só se fala naquele beijo que o goleiro Casillas lascou, ao vivo, em sua namorada, a repórter Sara Carbonero, que já tinha sido criticada por "distraí-lo"no jogo contra a Suíça.

    Se alguém ainda não viu (só fui ver ontem também Com vergonha), aí está:

    OK, todos concordamos que o amor é lindo, mas o que vocês acham de uma repórter cobrindo de perto uma fonte que é seu namorado?

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 15h01

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    Isso porque jornalista não torce

      Vejam que engraçada a Redação do jornal esportivo espanhol "Marca", durante a final da Copa do Mundo:

    Ótima dica da colega MARIANA BASTOS Jóia

    E, a propósito:

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 20h09

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    Mais dicas para TV e rádio

      Complementando o post de uma semana atrás, CLIQUE AQUI para ver 20 dicas do Media Helping Media Jóia

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 18h48

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    Humor no jornalismo (e uma justa-causa depois)

      Quatro repórteres do canal de TV americano KARK, afiliado da TV NBC, fizeram um vídeo parodiando a vida de um repórter de TV. Recheado de palavrões, o personagem do vídeo compara o corredor da emissora ao corredor da morte do filme "À Espera de um Milagre" e, em dado momento, estapeia uma fonte.

    No final, recebendo um puxão de orelha da editora (que, na vida real, é sua esposa e ouviu o pedido de casamento ao vivo, no ar), ele pensa: "Parece que estou em apuros. Talvez eu seja demitido. Talvez essa seja a melhor coisa que me aconteceu na vida, eu não sei."

    Bem, se o personagem tinha algo a ver com o que pensava o jornalista, ele deve ter ficado feliz com a decisão final da KARK de demitir os quatro repórteres que participaram da produção criativa...

    CLIQUE AQUI para ver o vídeo, AQUI para saber de toda a história e AQUI para saber sobre a demissão.

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 17h31

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    Mais 20 vagas para jornalistas

     
     

    Mais 20 vagas para jornalistas

      Uma porção de vagas para jornalista mesmo (não assessor) em cinco Estados. Desta vez está caprichado! Jóia

    São Paulo

    Rio

    Minas

    Rio Grande do Sul

    Pará

    Este blog apenas divulga oportunidades de trabalho que chegam a nosso conhecimento. Não nos responsabilizamos pelas vagas que não são da Folha.

    Primeiros passos para entrar em 13 grandes veículos de comunicação de todo o país

    Acompanhe os concursos da Folha

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 16h59

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    Quer ganhar quanto?

    Perguntaram para a Wallissia, numa seleção de emprego, quanto ela queria ganhar:

     

     "Nesta semana  enviei meu currículo para dado veículo de comunicação social. E como resposta perguntaram qual  a minha pretensão salarial. Fiquei sem saber como responder, pois sou recém- formada... Então disse - " O piso salarial, o que todo graduado deseja."
     Queriia saber se fiz certo?
     Como deveria responder ?"

    O que vocês acham?

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 14h11

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    Ana Estela de Sousa Pinto O blog Novo em Folha é uma extensão do programa de treinamento em jornalismo diário da Folha. É produzido pela editora de Treinamento, Ana Estela de Sousa Pinto, por Cristina Moreno de Castro e pelos participantes do treinamento e pela Redação.

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