Programa de Treinamento

Novo em Folha

 

Humor de sexta: para os que pensavam que tinham problemas

  Do incomparável Liniers.

Que seus problemas diminuam neste fim de semana! Muito feliz

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 21h16

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Assista a TVs estrangeiras ao vivo

www.livestation.com

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 20h57

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Mais 18 vagas para jornalistas

 
 

Mais 18 vagas para jornalistas

  Lembro que ainda há concurso aberto para videorrepórter da Folha, com inscrições até terça.

E mais:

Este blog apenas divulga oportunidades de trabalho que chegam a nosso conhecimento. Não nos responsabilizamos pelas vagas que não são da Folha.

Primeiros passos para entrar em 13 grandes veículos de comunicação de todo o país

Acompanhe os concursos da Folha

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 20h53

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Como se preparar para ser correspondente

 

  LUCIANA COELHO, correspondente em Genebra desde 2009, dá várias dicas para quem quer seguir seus passos na cobertura em outro país Na correria

Ela já foi editora-adjunta de Mundo (2006-09), correspondente em Nova York (2004-05), redatora de Mundo (2003-04) e repórter de Dinheiro na Folha Online (2002). Antes da Folha, trabalhou na CNN (2000-2002) e na agência Reuters (1997-2000). É formanda pela ECA-USP (1999) com especialização em jornalismo internacional pela PUC e em Mídia, Terrorismo e Política Global pela Universidade de Nova York (2005).


OUTROS POSTS SOBRE O TRABALHO DO CORRESPONDENTE

Indicação de leitura

Como virei um correspondente internacional no Líbano

Dicas de Sérgio Dávila

Como é ser correspondente no Oriente Médio

Mulheres correspondentes

Raphael Gomide vai a Gaza

Igor Gielow vai ao Afeganistão

Sérgio Dávila vai ao Iraque

 

 

Outros vídeos da série:

  • Como se preparar para cobrir cidades
  • Como se preparar para cobrir o Judiciário
  • Como se preparar para cobrir saúde
  • Como se preparar para fazer críticas jornalísticas
  • Como se preparar para ser jornalista científico
  • Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 20h31

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    Não pediu off e roubei o furo

      A leitora Tamara pergunta:

    "Outro dia, um jornalista fez uma palestra para a minha sala. Durante a conversa, ele acabou soltando um furo (que seria publicado no outro dia no seu jornal). Entre os estudantes havia vários estagiários de jornais da concorrência. Seria ético os estagiários pegarem essa informação e soltarem no jornal, acabando com o furo do cara? Afinal, ele não se preocupou que estava em uma sala rodeado de futuros jornalistas e nem pediu off. O que fazer?"

    O que vocês diriam a ela?

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 18h36

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    Respostas para o Mauro

      Há exatamente uma semana, o leitor Mauro contou sua situação e pediu conselhos aos leitores do blog.

    Em resumo: ele está prestes a se formar e não conseguiu fazer nenhum estágio.

    Os conselhos de 18 colegas foram basicamente os seguintes, a partir dos mais citados:

    • Fazer curso de inglês, enquanto isso (Robson, Jafar, Gabriel, Welton, Péricles, Ben)
    • Fazer cursos de especialização para minorar a falta de experiência (Robson, Jafar, Gabriel, Ben)
    • Oferecer pautas como frila, para praticar; buscar trabalhos (Ana Lucia, Gabriel, Bruno)
    • Fazer atividades jornalísticas, inclusive as da faculdade, mesmo que voluntárias (Marina, Welton)
    • Participar ativamente de redes sociais e criar um blog jornalístico (Jafar, Ben)

    Para ajudar na reflexão do Mauro, vou sugerir que ele leia dois posts:

    Agora o Mauro vai se formar, sem ter feito estágios... Eu, no lugar dele, aproveitaria os últimos dois meses de aula para tentar entrar em algum projeto que valha a pena, na própria faculdade, ou tentar algum outro trabalho. Pode ser voluntário, pode ser estágio, pode ser frila, pode ser treinamento: o importante é que seja jornalístico. Ou seja, não perca tempo com estágios em assessoria de imprensa, por exemplo. Comece a carreira na área, independente do caminho que for escolher.

    E eu aproveitaria o tempo extra (porque sou da teoria de que sempre é possível conciliar mil coisas) para estudar inglês (exigência em qualquer vaga) e para fazer um blog caprichado (para treinar o texto e começar a ser conhecido no meio).

    Deixaria a pós para mais tarde, quando já tivesse uma experiência maior e tivesse certeza de qual é a área de cobertura em que quero me especializar. Pós, em jornalismo, só serve para preencher lacunas de conhecimento na cobertura propriamente dita. Porque o título, por si só, vale muito pouco, quase nada.

    Pra fechar: acompanhe a seção VAGAS do blog, em que divulgamos cerca de 15 vagas novas (!) a cada dois dias. Outros sites também divulgam.

    E boa sorte! Jóia

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 17h06

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    Como foi a cobertura do Festival de Cannes

      Vejam o email que recebemos da leitora Larissa Guerra, de Itajaí (SC):

    "Sou formanda em jornalismo em Itajaí, SC, e tenho acompanhado a cobertura da ANA PAULA SOUSA no Festival de Cannes.

    Gostaria de sugerir que vocês conversassem com ela depois do festival, para saber como ela se preparou, como foi a rotina da cobertura de um grande festival de cinema, se ela está acostumada a cobrir grandes eventos como o festival.

    O que a Ana Paula tem escrito é um deleite. Muito melhor do que ficar apenas nas costumeiras matérias sobre cinema, ela se posiciona muito bem enquanto participante do evento e dá as suas impressões de uma maneira bastante interessante."

    Atendendo ao pedido dela, filmei a conversa acima, em que a repórter comenta a experiência que viveu pela primeira vez, durante 15 dias, em Cannes.

    Ela cobriu o megaevento ao lado de 4.000 jornalistas do mundo todo e cerca de 15 do Brasil. Mesmo assim, conseguiu dar a entrevista com o cineasta vencedor da Palma de Ouro antes da maioria Bem humorado

    Como foi a cobertura do Oscar

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 15h10

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    Outro lado, o mito

      Estamos tão acostumados a pensar que é sempre fundamental abrir espaço para os outros lados de uma matéria, que os posts de Carlos Orsi e do REINALDO JOSÉ LOPES podem provocar uma boa polêmica por aqui.

    O que eles defendem, basicamente, é que, em se tratando de jornalismo científico e jornalismo de saúde o princípio geral de ouvir o contraditório não é sempre verdade.

    Ao divulgar algumas versões que vão de encontro a provas científicas, o jornalista pode estar ajudando a requentar um mito. E isso é irresponsável.

    Trecho do post de Orsi:

    "Imagine, por exemplo, se cada vez que se fosse escrever algo sobre satélites em órbita da Terra, fosse preciso ouvir também a Sociedade da Terra Plana; ou se toda nota a respeito da entrada de uma nova estação tivesse de vir acompanhada de uma ressalva sobre os geocentristas contemporâneos.

    Absurdo, certo? A forma da Terra e sua posição em órbita do Sol são fatos bem estabelecidos, e polemizar sobre eles faz tanto sentido quanto polemizar sobre a impossibilidade de se viver sem ar.

    O problema é que existem muitos outros fatos que estão bem estabelecidos pela ciência mas que ainda não penetraram o senso comum da mesma forma que o sistema heliocêntrico fez (num processo de séculos, aliás).

    (...) E o jornalista incauto acaba correndo o risco de, na busca de uma 'visão equilibrada', deseducar o público."

    Trecho do texto do repórter da Folha (que se foca nas discussões sobre aquecimento global):

    "Supostamente, o jornalismo científico não cumpriu seu papel fundamental de "informar com isenção", "ouvir os dois lados", "publicar o contraditório".

    A esse tipo de argumento eu digo: bullshit. (...) Em ciência, nem todas as opiniões nascem iguais. O meu dever não é abrir espaço para toda e qualquer opinião, mas sim para a que estiver apoiada pelos melhores fatos. Claro, há que se fazer com a máxima humildade possível, diante da natureza provisória dos dados, e da eterna possibilidade de que novas análises produzem uma reinterpretação radical deles.

    Mas, enquanto isso não acontece, seria covardia, canalhice mesmo, fingir que o que dizem negacionistas e climatologistas tem peso igual. NÃO TEM."

    E vocês, o que acham?

    (Dica do meu amigo Alexandre Giesbrecht Jóia)

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 17h49

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    Mais 17 vagas para jornalistas, uma na Folha

     
     

    Mais 17 vagas para jornalistas, uma na Folha

      Há um concurso aberto para a vaga de videorrepórter da Folha, com inscrições até dia 1º de junho.

    E mais:

    Este blog apenas divulga oportunidades de trabalho que chegam a nosso conhecimento. Não nos responsabilizamos pelas vagas que não são da Folha.

    Primeiros passos para entrar em 13 grandes veículos de comunicação de todo o país

    Acompanhe os concursos da Folha

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 17h25

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    Agende-se: dois cursos

     
     

    Agende-se: dois cursos

    Orçamento público para jornalistas

    • Aulas de 8/6 a 5/7, organizadas pela Andi.
    • Inscrições até dia 31.
    • 40 vagas.
    • É de graça.
    • Mais informações AQUI.

    Oficina de edição de revistas

    • Com a editora da revista Serafina, LULIE MACEDO.
    • Em cinco terças, a partir de 1º de junho.
    • Custa R$ 400 e é no Rio.
    • Mais informações AQUI.

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 17h01

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    Vários links e dicas de infografia

      Complementando o post de ontem, AQUI e AQUI é possível ver vários links para sites sobre infografia, além de dicas de como fazer um infográfico.

    Excelente dica da leitora Alessandra Jóia

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 16h51

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    Como se preparar para ser infografista

      Lembram do repórter que comeu mosca? Fiquei com inveja dele e, um dia depois, acabei comendo mosca também: por alguma razão inexplicável, esqueci de colocar o post da série de quinta Com vergonha

    Nunca é tarde para compensar, né? Aqui vai. 

    JÚLIA MONTEIRO é editora-assistente da editoria de Arte da Folha Jóia

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 17h06

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    O que a Lanna quer saber sobre jornalismo:

    "Como trabalha um pauteiro?"

      Continuando nossa série de terça-feira, vejam a dúvida da leitora Lanna, de São Paulo:

    Vamos tentar responder às três dúvidas dela (vai depender de tempo e de achar gente disponível para falar a respeito, tá?), mas uma delas nós já adiantamos hoje. MARCELO SAKATE era pauteiro de Mercado (ex-Dinheiro) até esta semana e nos contou, no começo de abril, como era sua rotina. Na época, como verão no vídeo, o caderno ainda não tinha mudado de nome... 

    Sakate entrou na Folha em agosto de 2002, em Esporte. Foi para Dinheiro em setembro de 2003, onde ficou até o final. E se tornou pauteiro da editoria em junho de 2007 (ou seja, já estava na função quando a crise se aprofundou no fim de 2008 e início de 2009, com a quebra do Lehman Brothers em diante).

    Outros da série:

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 14h33

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    Manual de investigação jornalística

     
     

    Manual de investigação jornalística

    Na semana passada 30 repórteres da Folha tiveram um curso excelente sobre técnicas de investigação jornalística com Giovanna Segnini.

    Meu colega GRACILIANO ROCHA, que participou do curso, achou este manual básico escrito por ela. Aqui no Novo em Folha é assim: o que é bom a gente compartilha. Sorriso

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 14h22

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    22 lições de um garoto de 22 anos

    Traduzo e adapto as 22 "lições que não se aprendem na escola" de Justin, estudante de microbiologia nos EUA [na íntegra, em inglês, neste site]. Não há motivo especial pra isso. Só achei o garoto simpático e me lembrei de quando tinha 22 anos...

    Minhas prediletas estão em amarelo.

    1. Assuma seus erros. Fortalece o caráter (isso me faz lembrar que estou devendo um post sobre erros...)
    2. Você consegue resistir ainda um bom tempo depois do momento em que pensa que não vai mais aguentar nem um segundo
    3. Leva anos para conquistar confiança e segundos para destruí-la
    4. Crescimento é resultado de tentar e errar. Aprende-se com erros tanto quanto com acertos (ou talvez mais)
    5. Perdoar é difícil, mas é preciso tentar
    6. Seja quem é e diga o que pensa, porque quem importa não vai se importar, e quem se importa não importa (“Be who you are and say what you feel, because those who mind don’t matter and those who matter don’t mind” – Dr. Seuss)
    7. Você precisa ser seu melhor amigo
    8. Tempo é a coisa mais preciosa que se pode dar aos outros
    9. Tempo cura (por pior que você se sinta hoje)
    10. Sair da sua zona de conforto lhe trará mais benefícios do que você pode imaginar
    11. Seja feliz com pouco [OK, admito, esta é muito simplória. Vou até deixar aqui no original: Sometimes you just have to be happy because you have the ability to smile.]
    12. Trate bem quem você ama. Eles podem sumir amanhã [idem, mas sempre é bom lembrar disso]
    13. É impossível fazer alguém te amar, por mais que você o ame
    14. Acredite no que você quer, e corra atrás. [outra meio boba...]
    15. Mesmo seu melhor amigo vai acabar te decepcionando vez ou outra. Bons amigos desculpam
    16. Faça sua vida melhor, e isso vai melhorar a vida de quem gosta de você
    17. Não dá pra fazer os problemas sumirem. Enfrente-os já. Não deixe para amanhã.
    18. Não se deixe dominar pelo medo de arriscar. Abrace o novo
    19. Aprenda a aceitar mudanças
    20. Não tome decisões movido pela emoção. Quase sempre você vai acabar se arrependendo delas
    21. Há vezes em que aqueles de quem você só espera chutes são os que te ajudam a se levantar
    22. A vida é uma só. Aproveite.

    Acharam piegas demais?

    Vocês, que têm 22 anos --ou 32, 42, 52--: quais são as suas lições?

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 11h30

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    Bolsa de estudos na Espanha

     
     

    Bolsa de estudos na Espanha

     

    Estão abertas as inscrições para a seleção do Programa Balboa para Jovens Jornalistas Ibero-americanos, oferecido pela Fundação Diálogos, da Espanha.

    A duração do programa é de 26 semanas, entre os meses de fevereiro e julho de cada ano.

    São 200 horas de aulas, divididas em sessões intensivas de um dia por semana, e 896 horas de trabalho em um meio de comunicação, empresa ou instituição pública ou privada em Madri.

    Os custos de passagem e seguro-médico são cobertos pela Fundação, e uma bolsa mensal é oferecida aos participantes.

    Os candidatos devem ser graduados em jornalismo, ter menos de 32 anos até a data da viagem e um alto nível de espanhol, que deverá ser comprovado através de um certificado do Instituto Cervantes ou similar.

    Já participaram do Programa Balboa 22 jornalistas brasileiros. Para a edição 2011, o programa conta com 20 bolsas.

    As inscrições de interessados acontecem até 15/7 e devem ser feitas pelo www.programabalboa.com.

    [Obrigada a meu ex-trainee e colega RICARDO WESTIN pela dica]

     

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 16h22

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    Ajude um repórter

      Bem legal a dica que vários leitores do Novo em Folha já deram (desculpe por não sabe rmais registrar os nomes de todos, além da DANILA MOURA, que falou por último Jóia).

    Se você é jornalista e procura um personagem para sua matéria, pode recorrer ao site e ao twitter Ajude um Repórter.

    Se você acha que pode ser personagem para a matéria de um jornalista, também pode entrar em contato lá Bem humorado

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 16h11

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    Outras 18 novas vagas para jornalistas, uma na Folha

     
     

    Outras 18 novas vagas para jornalistas, uma na Folha

      Há um concurso aberto para redator do caderno Poder (ex-Brasil), com inscrições até amanhã. E outros três concursos ainda estão recebendo inscrições: para repórter de Esporte (até hoje), redator de Cotidiano da Folhapress (até amanhã) e tratador de imagens (até hoje).

    E mais:

    Este blog apenas divulga oportunidades de trabalho que chegam a nosso conhecimento. Não nos responsabilizamos pelas vagas que não são da Folha.

    Primeiros passos para entrar em 13 grandes veículos de comunicação de todo o país

    Acompanhe os concursos da Folha

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 16h00

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    Cobertura móvel

    Curso on-line sobre como fazer cobertura à distância (com celular). Focada na Copa do Mundo. Aqui

    [Obrigada ao leitor Bruno, que deu a dica)

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 15h57

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    Como usar números em jornalismo: quase nunca

    É o que defende neste artigo da revista do "New York Times" um dos maiores especialistas em uso jornalístico da matemática, John Allen Paulus.

    [Dica de VINICIUS TORRES FREIRE, um jornalista que também sabe tudo de números]

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 14h49

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    Como ser um comentarista esportivo que não erra

    Este é da série "humor no jornalismo". O editor executivo de Esportes do "Zero Hora" programa um curso (na piada) de comentarista esportivo. (aqui)


    PARA RIR MAIS:  repórter come mosca

    Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 10h15

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    Ana Estela de Sousa Pinto O blog Novo em Folha é uma extensão do programa de treinamento em jornalismo diário da Folha. É produzido pela editora de Treinamento, Ana Estela de Sousa Pinto, por Cristina Moreno de Castro e pelos participantes do treinamento e pela Redação.

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