Programa de Treinamento

Novo em Folha

 

Por que você não trabalha no trabalho

  Quando você começa a se concentrar numa tarefa importante, alguém grita seu nome, o telefone toca, uma reunião é marcada, te cutucam nas costas, chega um email, chega um tweet, chega um feed no Google Reader, o colega chama pra um café, alguém mostra um vídeo engraçado do YouTube. Quando vai ver, já se passaram duas horas e seu trabalho está empacado. Você fica mais horas no trabalho do que deveria, mas não necessariamente fazendo só coisas do trabalho. As interrupções contínuas minam não só sua produtividade, mas sua criatividade.

Você se reconhece na situação acima? Pois ela não ocorre só com jornalistas.

O empresário Jason Fried, por exemplo, percebeu o incrível universo das interrupções e sugeriu, no vídeo acima, o que fazer para diminui-las e melhorar o foco e a concentração.

Achei muito legal! O vídeo é em inglês, sem legendas, mas a pronúncia dele é bem clara.

(Vi primeiro no blog do VINICIUS TORRES FREIRE Jóia)

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 18h21

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Conferência sobre Liberdade de Imprensa, em Brasília

 
 

Conferência sobre Liberdade de Imprensa, em Brasília

Gratuita; inscrições até hoje:

(Dica da Hulda Jóia)

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 15h42

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Integração na cobertura do STF

A editora de Brasil, VERA MAGALHÃES, comenta mais um esforço de cobertura de sua equipe de impresso + online, nestes tempos de integração:

"Poucos temas podem ser tão áridos para o leitor/internauta leigo quanto uma sessão do STF, seja pelos termos jurídicos de difícil compreensão, seja pelo formalismo dos ministros, seja pela demora, muitas vezes extenuantes, dos votos.

Como fazer para tornar atraente e compreensível um julgamento que tem caráter histórico, como a ação que propunha a revisão da Lei da Anistia para possibilitar a punição a torturadores, com todas essas limitações?

A editoria apostou em um blog ao vivo em que os repórteres narrassem, em tom informal e o mais didático possível, o que as pessoas acompanhavam nos sites e/ou na TV Senado.

O resultado foi positivo: o blog ao vivo chegou ao 2º lugar na audiência geral da Folha Online durante as longas mais de cinco horas da sessão e teve repercussão no Twitter e em outras redes sociais."

CLIQUE AQUI para ver.

Integração na cobertura das eleições

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 15h36

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Mais 17 vagas para jornalistas

 
 

Mais 17 vagas para jornalistas

  Hoje é o último dia de inscrição para a vaga de redator da Ilustrada. Mais informações AQUI.

Primeiros passos para entrar em 13 grandes veículos de comunicação de todo o país

Acompanhe os concursos da Folha

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 14h29

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Infiltrado

  Imagine uma notícia sobre um time de hóquei, publicada em um jornal, mas escrita por um funcionário do time de hóquei.

Ou, trazendo para nossa realidade, imagine que o assessor de imprensa do Flamengo começasse a escrever matérias sobre o Flamengo para a Folha. Abertamente, inclusive com um aviso, em cada matéria, falando que ele é empregado do time, não do jornal.

Isso está acontecendo em um grupo de jornais de Nova Jersey.

A pergunta é: isso é jornalismo ou informe publicitário? Para o editor executivo de um dos jornais do grupo, "a partir do momento que os leitores são informados de onde vem aquele conteúdo, eles não se importam com isso".

O que vocês acham?

(Dica do amigo Alexandre Giesbrecht Jóia)

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 11h40

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Como se preparar para cobrir Cultura

  Pedi ao LUCAS NEVES, pauteiro da Ilustrada, para falar de como devemos nos preparar para cobrir Cultura – e mais especificamente Teatro, que ele cobriu por dois anos. Ele está na Folha desde 2005, onde entrou como trainee, e na Ilustrada desde 2006.

Ao contrário da Denyse, que falou na semana passada que acha melhor as pessoas não se especializarem demais em uma só área da Economia, o Lucas acha que é bom que a pessoa eleja uma área de preferência e prioridade para se aprofundar, sem deixar de lado o acompanhamento de todo o resto. Ele também dá dicas de livros e atitudes que enriquecem o trabalho do jornalista cultural.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 17h47

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Dúvida de leitora: o que a Ana respondeu

  "Em primeiro lugar: sim, seu medo é absolutamente normal. É um dos problemas da vida adulta: temos que fazer escolhas, e escolhas quase sempre implicam renúncias ou perdas. E sempre dá aquele medo de não ter feito a escolha certa.

Em segundo, você tem razão: impossível te ajudar totalmente neste caso. A escolha final vai ter que ser sua e vai depender do seu balanço de perdas e danos (e sempre haverá perdas).

Há algumas perguntas que podem ajudar na decisão:

  • você está aprendendo no seu estágio no impresso?
  • embora prefira impresso, você vislumbra TV como uma possibilidade profissional?
  • você vê espaço no jornal em que está para explicar uma saída para o estágio em TV e deixar as portas abertas?
  • o jornal em que você está costuma contratar os estagiários no final desse período?
  • você quer ficar trabalhando neste jornal e na sua cidade? Ou tem planos de ir para veículos maiores?

Se você acha que está crescendo muito no estágio do impresso, está convencida de que prefere mesmo impresso, vê chances reais de ser contratada pelo jornal atual e quer ficar em sua cidade, acho que deve ficar por aí.

Caso contrário, eu faria um segundo estágio na TV, pelos seguintes motivos:

  • cada vez mais será bom ter uma formação multimídia
  • conta pontos ter trabalhado numa empresa grande, afiliada à principal rede de TV do país
  • ter várias experiências profissionais no começo de carreira ajuda a conhecer mais gente e a ganhar segurança
  • este estágio da sua vida costuma ser um bom estágio para arriscar
  • você já terá um afastamento programado, com o intercâmbio
  • se quer trabalhar num grande veículo, mesmo que impresso, no futuro, o estágio na EPTV pode ser tão ou mais valorizado que o estágio no jornal local

Espero que te ajude."

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 17h35

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Dúvida de leitora: TV ou impresso?

  Faz tempo que não dividimos a dúvida dos leitores com vocês. A última foi de uma estudante do 4º ano de jornalismo, paulista. Vejam o caso dela:

"Em dezembro comecei a trabalhar em um jornal impresso e também consegui o estágio de uma afiliada da rede Globo.

Como a resposta da última etapa do estágio da TV não chegava e o jornal já tinha me esperado por umas duas semanas, decidi pelo impresso, até porque sempre tive mais afinidade com o impresso mesmo.

A TV deixou eu estagiar de manhã, porém o contrato de estágio não foi aceito pelo CIEE, já que eu estava estagiando no jornal no período da tarde.

O que aconteceu? A TV falou que eu poderia começar lá em junho e estagiar seis meses em cada lugar, mas não sei o que faço.

Eu sei que é uma questão pessoal e sei que é impresso que eu quero, porque não sou muito fã de TV, porém acho necessário arriscar e conhecer o outro lado, embora eu esteja aprendendo muito com os editores. O jornal me dá liberdade de ir para a rua sozinha, apurar e escrever a matéria. Acho que tenho que arriscar agora que ainda sou estagiária para depois de formada saber o que realmente quero e não ficar pulando de galho em galho. Tenho medo de ficar um ano no jornal e não conhecer uma TV, ou de arriscar e ter experiência igual (no caso seis meses em cada lugar) e depois não conseguir emprego em nenhum. Lembrando que tenho planos de um intercâmbio no começo de 2011 com volta em 2012.

Eu não vou perguntar o que eu devo fazer, porque eu sei que é pessoal, mas quero saber sobre esse meu medo. Você acha que é algo normal e que não tem nada a ver essa questão do tempo nos dois veículos? Tenho medo de ir para a TV e não ser contratada no jornal que estagio futuramente (caso perceba que é realmente impresso que eu quero)..."

Que conselho vocês dão para a colega?

Amanhã vou postar a resposta que a Ana deu para ela Jóia

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 19h25

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Mais 13 vagas para jornalistas, uma na Folha

 
 

Mais 13 vagas para jornalistas, uma na Folha

  A Folha está com vaga aberta para redator colaborador da Ilustrada. É preciso ter bons conhecimentos de cultura, interesse na cobertura de gastronomia, domínio de inglês e experiência em fechamento.

Envio o currículo e dois exemplos de trabalhos, no corpo do e-mail, para o endereço treina@uol.com.br, até sexta-feira. Coloque o código C-1.097 no assunto do email.

E mais:

Primeiros passos para entrar em 13 grandes veículos de comunicação de todo o país

Acompanhe os concursos da Folha

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 14h55

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Aprendendo com os melhores, parte 3

  Agora a dica é da MARIANA VERSOLATO: o site Longform.org coleciona grande reportagens, aquelas histórias com mais de 4.000 palavras (ou 24 mil caracteres).

Só as boas entram, segundo o Desculpe a Poeira Jóia

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 18h10

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O que o Takata quer saber sobre jornalismo:

"Como Ciência define suas pautas?"

  Continuando nossa série de terça-feira, trago a dúvida do Roberto Takata, leitor assíduo deste blog e do Laboratório:

Para responder a essa questão, conversei com os três repórteres de Ciência, REINALDO JOSÉ LOPES, RAFAEL GARCIA e  RICARDO MIOTO. Além de falarem dos critérios que justificam a escolha das pautas, eles também contaram, no final, um pouquinho de sua rotina na editoria: 

Reinaldo cobre ciência desde 2001, já tendo sido editor-assistente da "Scientific American Brasil". Rafael também foi editor-assistente na mesma revista e já trabalhou na "Galileu"; cobre ciência desde 2000. E o Ricardo cursa física na USP e entrou no caderno de Ciência da Folha no ano passado.


Adendo de quarta: a matéria principal de hoje em Ciência, feita pelo RAFAEL GARCIA, é sobre o trabalho de dois cientistas do Instituto de Física de São Carlos (da USP).

 

Veja também: os três comentam como alguém deve se preparar para cobrir jornalismo científico.

O que a Natália quer saber sobre jornalismo

O que a Aline quer saber sobre jornalismo

O que a Maria Elisa quer saber sobre jornalismo

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 17h20

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Aprendendo com os melhores, parte 2

  Toda vez que vejo uma lista "top 10", acho aleatória demais. Mas como esta foi feita por uma universidade respeitada (a de Nova York) e foi indicada pelo meu amigo Chico Felitti, achei que valia a pena a espiada. Eles pretendem listar os dez trabalhos jornalísticos mais importantes da década nos Estados Unidos.

CLIQUE AQUI para ver Jóia

Para vocês, qual o "top 10" brasileiro na última década?

Os 100 melhores trabalhos jornalísticos do século 20, segundo a UNY.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 16h54

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Aprendendo com os melhores

  Quando saiu o prêmio Esso, postei aqui todos os vencedores, para que víssemos suas reportagens e as usássemos como exemplos e inspirações para nossos trabalhos. A lista dos 15 está AQUI. Estou pra fazer o mesmo desde que o Pulitzer anunciou os ganhadores de 2010, no começo do mês.

Na área de jornalismo, foram 15 vencedores, em 14 categorias. Se quiserem conhecê-los, estão AQUI.

O blog 10,000 Words separou oito dos vencedores que, além de terem feito um belo trabalho no impresso, também criaram sites com fotos, vídeos, gráficos, slides e vários extras, que complementaram e enriqueceram a reportagem multimídia.

O mais bonito, na minha opinião, é o que ilustra o post lá no alto, do "Denver Post", principalmente pela qualidade das fotos.

Mas o mais legal, criativo e útil é este abaixo, desenvolvido pelo "New York Times", que nos desafia a dirigir e usar o celular ao mesmo tempo – e prova, com um jogo, que isso é altamente difícil e perigoso:

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 16h35

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Quando a fonte assedia

  A leitora Luiza, de Beagá, conta de uma amiga repórter que é sempre assediada pelos entrevistados e fontes e pergunta o que ela deve fazer nesses casos:

"Veja um caso que aconteceu com uma colega de trabalho, de impresso. Ela é bem bonita e chama atenção, loirão, olhão verde e tudo mais "ão". Mas ela também é super tranquila e discreta, não tem culpa de ter nascido assim...rs! Ela tava fazendo uma matéria sobre o mercado imobiliário em BH, algo assim, e foi entrevistar um economista no meio da história. Aí o cara passou-lhe uma cantanda bem chula... Ela se saiu bem, porque tinha um amigo junto na apuração e passou a bola para ele, discretamente...

Agora veja o dilema, ela precisa apurar, o cara é de difícil acesso, custou a conseguir uma entrevista com ele e quando tudo acontece é surpreendida assim... Isso acontece com ela direto. Como agir nesses casos? Sei que esse tipo de comportamento deve existir em toda profissão, mas e na nossa, o que devemos fazer quando precisamos da informação e o cara só tá de olho na nossa bunda?"

Repórteres bonitões/onas do Brasil: isso já aconteceu com vocês? Como agiram na hora? O que devemos fazer para tentar conter esses abusos?


Adendo de quarta: o leitor Maurício bota lenha na fogueira, dizendo que há jornalistas que "seduzem as fontes" para conseguir informações e isso incentiva uma visão promíscua de toda a classe. Vejam nos comentários e vamos debater também sobre isso!

 

Repórter exige respeito - mulheres que cobrem esporte

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 18h20

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Faça, enquanto ainda é estudante

Quem fica parado é poste; ótima charge do blog Stockadas

  Mais um daqueles posts superlegais e práticos do blog 10,000 Words (que vocês deveriam seguir em seus Google Readers*, assim como seguem o Novo em Folha Bem humorado).

Ele lista as oito coisas que você deve fazer enquanto ainda é estudante de jornalismo de modo que fique preparado para a carreira à sua frente:

1. Crie um portfólio online - com todo o trabalho feito durante a faculdade e em estágios e que represente suas principais habilidades (leia AQUI também).

2. Tenha um blog - que você já deveria ter desde o primeiro dia de faculdade, mas nunca é tarde para começar. Pode ser um fotoblog, um videoblog, o importante é demonstrar suas habilidades, sempre (leia AQUI também).

3. Use aqueles cartões de visitas - que você pegou nas palestras e em alguns trabalhos que fez durante a faculdade. Ligue ou mande e-mail àquelas pessoas, faça contatos, veja se não estão justamente em busca de um estagiário para seu veículo/empresa (leia AQUI também).

4. Mude seu guarda-roupa - tenha roupas adequadas para seus primeiros dias no trabalho, mais profissionais, sem aquela cara de roupa de "faficheiro" Bem humorado (leia AQUI também).

5. Faça uma limpeza em suas redes sociais - tirando aquelas fotos ou textos que possam ser muito controversos ou ofensivos para seus futuros empregadores/leitores (leia AQUI também, com comentário gigante meu).

6. Converse com seus professores - eles geralmente estão por dentro do mercado de trabalho e podem saber de vagas abertas e até te indicar para elas (caso você seja um bom aluno daquela disciplina, lógico).

7. Agrupe-se - com seus colegas e tente montar seu negócio, ou articular um projeto bacana.

8. Tenha um plano B - caso não consiga de imediato um emprego em jornal. Descubra em que outra área suas habilidades poderão ser usadas nesse meio-tempo.

Leia tudo AQUI.

Outro post sobre isso AQUI.

* Ou no Feedly, dica da Larissa Jóia

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 16h45

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Trainees (d)espertos

  Já falamos aqui, várias vezes, que repórter precisa estar atento 24 horas por dia. Os trainees desta 49ª turma (que andavam meio sumidos do blog) provaram por que isso é importante, ao publicarem uma matéria "a quente" na última sexta-feira. Vejam o relato da NÁDIA GUERLENDA CABRAL:

  "ANNA, GUILHERME e eu fizemos uma cobertura a quente espontânea! Chegamos ao Largo do Arouche para comemorar o aniversário do Hiroshi (apelido do FELIPE LUCHETE) e vimos que tinha uma rua interditada. Fomos perguntar à CET o porquê, e ela disse que tinha ameaça de bomba. Perguntamos onde era, seguimos para lá e vimos que a polícia tinha interditado as ruas e chamado o GATE.

Então, ligamos para o FÁBIO CHIOSSI (editor-assistente do Treinamento) para perguntar se podíamos cobrir. Também ligamos para Coti, nos passaram para a LÍVIA MARRA (editora-adjunta de Cotidiano) e conseguimos dar o retorno "live", estabelecendo a verdadeira integração online-impresso! Bem humorado

Foi muito legal mesmo chegar, descobrir o que estava acontecendo, buscar as autoridades, entrevistar as pessoas e depois ler a matéria na FOL. E tudo isso em grupo, o que deu mais segurança. O JOSÉ ERNESTO CREDENDIO chegou depois, mas a bomba já tinha sido retirada. Também deu pra ver que timing é tudo em uma cobertura assim, muito mais pra online que pra impresso."

Eles podiam ter ficado lá no aniversário, curtindo o tempo livre. Mas, ao optar pela apuração, conquistaram um furo online e tiveram a matéria no 1º lugar das mais lidas em Cotidiano na Folha Online, o que demonstra que era de grande interesse dos leitores Jóia

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 15h28

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Mais 16 vagas para jornalistas

 
 

Mais 16 vagas para jornalistas

  O "Jornal de Brasília" tem duas vagas para estagiário de fotojornalismo, uma para a manhã outra para a tarde. A bolsa-auxílio é de R$ 450. Falar com Renato Costa pelos telefones 3343-8066 ou 3343-8056 (dica da leitora Alexandra Jóia).

Em São Paulo, a agência Significa tem vaga para jornalista. Currículos devem ser enviados para selecao@significa.com.br informando o código 3310 (dica da Giu Jóia).

E mais:

Primeiros passos para entrar em 13 grandes veículos de comunicação de todo o país

Acompanhe os concursos da Folha

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 14h33

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Ana Estela de Sousa Pinto O blog Novo em Folha é uma extensão do programa de treinamento em jornalismo diário da Folha. É produzido pela editora de Treinamento, Ana Estela de Sousa Pinto, por Cristina Moreno de Castro e pelos participantes do treinamento e pela Redação.

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