Programa de Treinamento

Novo em Folha

 

O que é preciso para ser jornalista, por Alessandra Balles

  Pedi à redatora de Cotidiano ALESSANDRA BALLES para fazer um depoimento maior, falando especificamente sobre o que é preciso para ser um bom fechador e redator, dois tipos de jornalistas que fizeram enorme falta nesta nossa série.

A Alessandra também já foi redatora da Ilustrada e de Regionais e editora do Fovest e da Folha Corrida. Além de ser essa simpatia de pessoa que vocês vão ver no vídeo, ela sabe tudo sobre o trabalho indispensável dos redatores.

Na terça-feira que vem, o último vídeo da série (juro!).

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 10h25

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Humor do fotojornalismo

  O blog anda muito sério ultimamente, há séculos sem posts de humor surpreso

Para quebrar um pouco o gelo, vejam este post, publicado no Let's blogar e indicado pelo repórter-fotográfico EDUARDO KNAPP, sobre como enlouquecer um fotógrafo:

CLIQUEM AQUI para ver Bem humorado

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 20h23

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Mais vagas para jornalistas

  Mais vagas:

Primeiros passos para entrar em 13 grandes veículos de comunicação de todo o país

Acompanhe os concursos da Folha

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 20h13

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Um serviço ao leitor que mereceu um prêmio

 
 

Um serviço ao leitor que mereceu um prêmio

  A matéria acima, publicada no "Agora" do dia 8/3/2009, ganhou o Prêmio Folha de Jornalismo 2009, na categoria serviço.

Os repórteres JULIANA COLOMBO e JUCA GUIMARÃES percorreram todos os 27 postos do INSS em São Paulo e registraram os problemas encontrados em cada um deles. Na verdade, fizeram um verdadeiro raio-X do atendimento aos aposentados na capital, colocando os endereços, o tempo que demoraram para serem atendidos, os horários de funcionamentos das agências, os problemas encontrados e os diferenciais. Dividiram tudo por regiões e montaram uma arte gigantesca, que certamente facilitou a vida de vários leitores.

Conversei com a repórter Juliana sobre a produção desse trabalho premiado. Ela tem 27 anos e esteve por um ano no "Agora", onde também recebeu um prêmio da Abecip por uma guia da casa própria que fez. Antes, trabalhou na revista Serafina, da Folha, e estudou em Londres.

Novo em Folha - Como foi a ideia da pauta?

Juliana Colombo - O "Agora" tem cada vez mais investido em pautas que demandam mais apuração, naquelas em que o repórter fica dias fuçando, são as chamadas especiais. O dia-a-dia da cobertura de Previdência Social, carro-chefe do jornal, nos permitia ir a alguns postos do INSS eventualmente, para checar, por exemplo, na prática, se a aposentadoria por idade em 30 minutos estava ocorrendo de maneira correta. Pois bem, foi numa dessas reuniões de especiais que eu tive a ideia de fazer um raio-x de TODOS os postos do INSS na capital. Iria olhar desde instalações, até perguntas-chave aos servidores, para saber se eles estavam a par de instruções normativas recentes, etc.

NF - Vocês fizeram algum planejamento, para dar conta de tantos postos?

JC - Bem, os postos abrem das 7h às 17h, então eu tinha duas semanas livres do dia para tentar ir a todos. Digo tentar porque eu não interferi no andamento, ou seja, como não sou idosa, ficava esperando na fila com senha comum, não preferencial, o que, às vezes, me tomava três a quatro horas em cada posto. Assim, tinha dia que conseguia ir a cinco postos de uma vez. Em outros, a apenas dois.

NF - Você e o Juca se dividiram de alguma forma?

JC - O colega Juca, feríssima no assunto, me ajudou quando foi fazer algumas outras pautas em determinados postos, onde ele acompanhava alguns casos. Ele aproveitou e colheu as informações necessárias para esta pauta. A visão dele é muito apurada, ele cobre há muito tempo o assunto e trocamos muitas figurinhas. Aliás, ele que me deu o toque de que essa matéria poderia valer o prêmio Folha! Ele é um grande jornalista, e grande parte do que aprendi de Previdência devo a ele.

NF - Houve dificuldades práticas? Seguranças tentando impedir a apuração de vocês etc?

JC - Sim, várias. Primeiro estranharam por que eu, de 27 anos, estava numa fila do INSS. Não fomos identificados como jornalistas, fomos como segurados normais da Previdência. Ninguém sabia que estavamos a trabalho. Levamos mochilas com metais para ver se as portas apitavam e detectamos que a maioria nem funcionava. Ou seja, um desperdício de dinheiro público, já que as portas foram colocadas a fim de evitar que algum segurado descontente tentasse algo contra os médicos peritos. Muitas vezes, esses médicos suspendem o auxílio-doença do segurado e ele tem de voltar a trabalhar. Na visão de muitos deles, não estão aptos ao retorno, por isso foi preciso colocar as portas; já houve casos de mortes de peritos. Mas a maioria não funciona, não apita e foram poucos os postos que pediram para revistar a minha mala ou colocar os pertences em uma bandeja.

Outra dificuldade foi a espera. Há fila para a senha, depois fila para o atendimento. E, se você não tem hora marcada, fica muito tempo no posto. É preciso reconhecer que o atendimento 135 e o pela internet facilitaram muito a vida do segurado, que pode agendar suas perícias e atendimento por esses canais. Mas muitos idosos preferem ir direto, com toda a sua documentação.

NF - Que tipo de retorno você recebeu depois?

JC - O ministro da Previdência, José Pimentel, mandou email parabenizando a reportagem. Logo após visitar os postos, mandei um relatório sobre tudo o que vi para a gerência do INSS em São Paulo e em Brasília. Isso foi crucial, trata-se do "outro lado". Questionei por que os detectores de metal não funcionavam, por que havia postos com banheiros em manutenção há meses, etc. Segundo o ministro, a matéria foi impressa por todas as gerências mencionadas para que sanassem os problemas apontados. Leitores também mandaram cartas e emails. Isso porque a gente deu o horário de funcionamento dos postos, o que cada um oferece e as condições em que se encontravam. Ou seja, poupou muito esforço para muitos deles.

NF - Você gostava de fazer matérias de serviço, que muitas vezes são o "patinho feio" para os jornalistas? Quais outras bacanas como esta você fez?

JC - Gostava e muito! São mais "braçais", mas o resultado, com o leitor, é sensacional. Principalmente em um jornal popular como o "Agora". Temos de facilitar a vida dele, dar tudo "mastigado". Por exemplo, resultado de reunião do Copom, a gente tinha de fazer as contas e ver o quanto a prestação da geladeira do leitor ia ficar mais baixa ou alta, sabe, explicar, na prática, o que as decisões econômicas e políticas significam e impactam na vida dele. Gostava muito de fazer reportagens sobre habitação.

Outra que me lembro, muito polêmica também, foi quando entrevistei pessoas na fila da Cohab, em São Paulo. O programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, tinha acabado de ser anunciado e, quando se fala em casa própria, as pessoas ficam desesperadas. Você está lidando com sonho. E como, pelo programa, as famílias que ganham até 3 salarios mínimos tinham de se cadastrar, formavam-se filas imensas na porta da Cohab.

Fiz também liquidações de início de ano, como a tradicional do Magazine Luiza, em que as pessoas também ficavam na fila para as promoções, na madrugada. Cada história.... E aí, aproveitávamos para dar um serviço bacana, como, por exemplo, dizer para o leitor não se endividar, procurar juntar durante todo o ano para pagar tudo à vista, nessas ocasiões. Assim não gasta mais do que pode e não acaba com suas finanças.

NF - Acha que esta foi uma das mais importantes que você fez?

JC -  Sem dúvida, foi uma das que tiveram mais impacto. Afetou muita gente. E eu não podia mais voltar aos postos, porque muitos servidores já me reconheciam. Se eu tinha falado bem daquele posto, ótimo, era bem recebida. Mas, se não, olhavam feio e até reclamavam, falando que o jornal é sensacionalista. Como repórter, foi muito bacana fazer, pé na rua, contato com as pessoas, ouvindo cada história sofrida e, de alguma forma, modificando o cenário a minha volta...

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 11h03

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Agora que o senhor está às portas da morte...

 Por falar em perguntas embaraçosas, acabo de ver uma entrevista com o filósofo Bertrand Russel --já entrado em anos-- na qual a entrevistadora faz a seguinte pergunta:

--As you approach the end of your life...   (ou seja, Agora que o senhor está às portas da morte...) 

Neste vídeo que descobri no excelente blog do Ricardo Lombardi (a entrevista está em inglês e sem legendas)

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 18h54

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Duas vagas para jornalistas

  Há uma vaga aberta na Folha e outra para estagiários:

  • Plantonista da Folha Online, para trabalhar durante a madrugada, em fins de semana e feriados específicos, combinados previamente. Inscrições até 8/2. CLIQUE AQUI.
  • Revista Imprensa abre vaga para estagiários, inscrições até 18/2. CLIQUE AQUI.

Primeiros passos para entrar em 13 grandes veículos de comunicação de todo o país

Acompanhe os concursos da Folha

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 16h59

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Não trabalhe para a fonte

 O repórter ouve o famoso "especialista", dá destaque para a opinião dele, e a reportagem acaba dando lucros para... o "especialista", que tinha algum interesse na história.

Não foi no jornal da esquina. Foi no New York Times, e aconteceu cinco vezes, como conta este texto [obrigada ao CARLOS EDUARDO LINS DA SILVA por me mostrar].

A lição é simples e fácil. Basta perguntar: "O senhor tem algum interesse comercial nesse assunto?" ou "O senhor presta algum serviço para alguma das instituições envolvidas?". Pode parecer embaraçoso, mas é preciso lembrar que o interesse que conta é o do leitor, não o da fonte.

 A fonte não é quem diz que é

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 16h35

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Mais cursos e treinamentos

 
 

Mais cursos e treinamentos

  Para todos os gostos:

  • São Paulo: Finanças para quem não é da área - 25 a 27 de fevereiro. Mais info AQUI.
  • São Paulo: Assessoria e media training, a partir de 23/2. Mais info AQUI.
  • Curitiba: Conferência Internacional sobre Redes Sociais, em março. Mais info AQUI.
  • Rio: Webwriting, em março. Mais info AQUI.
  • Online: Diagramação de jornais e revistas, início dia 8/2. Mais info AQUI.
  • Online: Criação de websites, início dia 8/2. Mais info AQUI.
  • Online: Assessoria de comunicação, início dia 8/2. Mais AQUI.
  • Online: Redação jornalística, início dia 8/2. Mais AQUI.
  • Online: Pautas para telejornalismo, início em 8/2. Mais AQUI.
  • Online: Jornalismo online. Mais AQUI.

E vejam só:

Treinamentos estão em alta. O New York Times vai abrir cursos online e o Grupo Abril vai abrir uma Escola Superior de Jornalismo.


Boa dica da leitora Tatiane: curso gratuito, voltado para jornalistas, sobre como explorar o Twitter para a cobertura jornalística. Vai ser na manhã do dia 11 de fevereiro. CLIQUE AQUI.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 15h09

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A universidade do Poynter

 
 

A universidade do Poynter

  O Poynter criou uma nova News University, com mais ferramentas voltadas para jornalistas e professores e estudantes da área.

Uma boa seção para começar a navegar é a de cursos, que tem muitos gratuitos.

CLIQUE AQUI para ver.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 14h26

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Por dentro dos 360 graus

  Em novembro a gente falou aqui de um projeto multimídia muito legal, do El País, chamado Reportaje 360.

Pois bem, o ex-trainee da Ana RICARDO VIEL, e outros dois colegas dele do blog Nota de Rodapé, entrevistaram Felipe Lloreda, diretor responsável pelo projeto.

Ele diz, entre outras coisas:

"Para nós é uma forma de fazer jornalismo interativo e moderno. Não sei se é o futuro, mas está prendendo a atenção dos usuários, inovando, impactando e gerando muitas opiniões positivas."

CLIQUE AQUI para ler toda a entrevista.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 19h05

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Pergunte à Luciana Coelho

  Durante a semana de palestras, LUCIANA COELHO, correspondente da Folha em Genebra, contou para os pré-trainees como é a rotina de um correspondente internacional, como ela se preparou para chegar lá e deu exemplos de coberturas que fez nos últimos meses (como um furo mundial durante a Conferência do Clima em Copenhague).

No final da webconferência, ela se dispôs a responder, por meio de seu formspring, a qualquer pergunta que quisessem fazer sobre jornalismo e cobertura internacional.

E agora ela coloca o formspring à disposição dos leitores deste blog que também tiverem dúvidas. Não é preciso ser cadastrado para participar. Por favor, não façam perguntas anônimas:

www.formspring.me/coelhol

O que é preciso para ser jornalista, por Luciana Coelho

Ousadia + segurança = furo

Dicas de como ser bom correspondente internacional

A cobertura dos 20 anos da queda do Muro de Berlim

Leia vários jornais do mundo todo

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 15h27

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O que é preciso para ser jornalista, por Janaina Lage

  Na semana passada, a correspondente da Folha em Nova York JANAÍNA LAGE nos relatou como foi a cobertura no Haiti.

Hoje ela fala quais características um bom jornalista deve ter.

(Atendendo a pedidos de alguns leitores, conseguimos adiar o fim da série em duas semanas. Mas acho que termina na próxima sexta mesmo Sem jeito)

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 13h23

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Quando a fonte não é quem diz que é

  Imagine que você precisa de fazer uma matéria sobre enchentes, mas não conhece nenhum especialista que possa comentar o assunto.

Ouve falar – algum colega? uma pista na internet? um telefonema direto da fonte? – de um professor de universidade conceituada, que relaciona apropriadamente (a seu ver) as obras nas marginais ao agravamento das enchentes.

Você o entrevista, publica suas aspas no jornal, traz para o leitor um ponto de vista interessante sobre um assunto calejado: missão cumprida.

Até que um leitor atento resolve saber quem é aquela fonte. E descobre que ele não é o professor conceituado que disse que era. E avisa ao jornal.

Erramos.

O caso acima aconteceu com a Folha e foi relatado na coluna mais recente do ombudsman. Ele lembra que é obrigação dos repórteres averiguarem se a fonte é quem diz que é. Até porque uma fonte pode se beneficiar com a publicação de suas ideias num veículo de grande circulação – seja porque ganha algum prestígio, seja porque dissemina interesses políticos pessoais.

Exatamente porque pessoas costumam ter interesses políticos, o ombudsman também lembra de outra prática que jornalistas deveriam adotar com mais freqüência (como já aprendemos com a CLAUDIA ANTUNES):

"É obrigação jornalística descobrir e revelar ao leitor as vinculações do entrevistado com grupos econômicos ou empresariais, partidos políticos, igrejas ou qualquer entidade ou pessoa cujos interesses tenham a ver com o assunto a respeito do qual ele está falando ao jornal. Esse procedimento é muitas vezes negligenciado. Em repercussões de medidas econômicas ou políticas, por exemplo, é importante para o leitor saber se o especialista ou alguém a quem esteja associado pode estar sendo prejudicado ou beneficiado por elas para ele poder dar o devido peso a suas avaliações."

CLIQUE AQUI para ler a coluna na íntegra.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 10h46

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Curso para desenvolver projetos de mídias digitais

 
 

Curso para desenvolver projetos de mídias digitais

  • Curso à distância organizado pelo Knight Center e voltado para jornalistas latino-americanos.
  • Dura seis semanas.
  • É em espanhol.
  • Inscrições até domingo.
  • Mais informações AQUI.

(Dica da Regiane Jóia)

E o Knight Center também lançou um livro chamado "Ferramentas Digitais para Jornalistas", em espanhol, que pode ser baixado gratuitamente AQUI. Boa dica da leitora Priscila Jóia

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 15h19

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Vagas para jornalistas

  Seguem as últimas abertas:

Folha: videorrepórter colaborador, inscrições até quinta-feira.

"A pessoa tem que estar no 6º semestre de Jornalismo, que saiba atuar com redes sociais e que goste de internet. Somente serão aceitos currículos de pessoas com esse perfil. O site é: http://www.fsb.com.br/pt. O contato direto com Carolina Monteiro, (61) 33231072. A empresa fica no edifício Brasil 21, entre a Torre de TV e o Setor Hoteleiro Sul, Brasília, DF."

Outras vagas AQUI.

Primeiros passos para entrar em 13 grandes veículos de comunicação de todo o país

Acompanhe os concursos da Folha

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 13h28

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Ana Estela de Sousa Pinto O blog Novo em Folha é uma extensão do programa de treinamento em jornalismo diário da Folha. É produzido pela editora de Treinamento, Ana Estela de Sousa Pinto, por Cristina Moreno de Castro e pelos participantes do treinamento e pela Redação.

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