Programa de Treinamento

Novo em Folha

 

Como fazer

Quem está em Londres sou eu, mas quem achou o site britânico e me mandou foi meu trainee BRENO COSTA.

Há uma seção chamada "How to" que dá várias dicas práticas de como usar tecnologia em jornalismo, entre outras. 

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 19h19

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Preguiça

Eu usei a palavra de propósito porque é exatamente o problema que eu vejo na matéria da VF que pedi para vocês analisarem.

Ela parte de um princípio muito bom em jornalismo: se você tem uma hipótese, a melhor coisa a fazer é verificar por si mesmo.

A hipótese deles era que, com o "estreitamento" das páginas e colunas do NYT, os leitores estavam recebendo menos notícias.

O jeito "errado" de fazer a matéria é sair entrevistando um monte de gente e costurar declarações pró, contra, dizendo A, contradizendo, dizendo B ou C. Ou seja, transferir a dúvida para o leitor.

O jeito certo é pegar a fita métrica e medir.

Mas haja preguiça, não? Como vocês perceberam nos comentários, que tipo de conclusão se pode tirar medindo só duas edições? Mesmo que sejam no mesmo dia da semana, e se um deles tiver sido atípico por qualquer motivo? O mínimo que eles deviam ter feito era medir sete edições, cada uma num dia de semana diferente e num mês diferente.

Do jeito que ficou, a matéria não serve para nada. Pegaram uma boa idéia e jogaram no lixo.

 

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 19h15

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ACORDA, GENTE!

Só porque eu estou viajando vocês ficaram com preguiça de responder aos exercícios?

Espero que não!

Há dois logo aqui embaixo. Vocês tem toda a sexta-feira e o final de semana para pensar neles.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 19h34

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Entrevista não sai e fonte se irrita

Entrevista não sai e fonte se irrita

Esta história contada por minha leitora Ana Cecília não é incomum no dia-a-dia do repórter. Você já passou por isso? O que fez para contornar a saia-justa?

Entrevistei um empresário para uma matéria. Ele, supersolícito me passou informações e dedicou uma parte do seu tempo para a entrevista.
Depois da entrevista me ligou algumas vezes para perguntar quando iria sair, no fim das contas a matéria não saiu.

Até aí tudo bem, não fosse a ligaçao do mesmo perguntando novamente quando sairia a matéria. Expliquei que não sairia mais, e dei os motivos pelos quais a matéria caiu.

Final da história, ele não gostou, se disse frustrado com a situação e comentou que perdeu reunião para falar comigo e me mandar fotos e  textos,entre outras coisas (era sobre um empreendimento recém-lançado).

A questão é, eu não dei garantias de que a matéria iria sair, mas será que poderia ter dito algo caso a matéria realmente não fosse publicada?

Fora isso, como não se queimar com as fontes, justamente porque é muito comum cair matéria, mas as fontes não são obrigadas a entender como funciona o jornalismo, não é?  A grande maioria, aliás, não faz idéia de como é feita uma matéria. E se a fonte é muito importante e você não quer perder contato?

Meu comentário

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 19h31

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A régua da Vanity Fair

A régua da Vanity Fair

Faz tempo que não aparece um exercício por aqui, não é?

Meu trainee BRENO COSTA me mostrou este texto da "Vanity Fair" sobre mudanças no "New York Times". É em inglês, mas são só quatro parágrafos bem fáceis de ler.

Minha questão é sobre o método de apuração: o que vocês acham? Vêem alguma falha?

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 02h53

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Congresso também é humor (britânico)

Piada de um palestrante que comentava a discussão atual sobre qual será a plataforma móvel preferida no futuro, se o telefone celular de tela grande ou a TV móvel: se acabarem com a TV, como vamos saber em que direção deixar o sofá?

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 09h11

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Alguém viu

O "International Herald Tribune" tem dois parágrafos interessantes hoje na capa hoje:

Policiais cercaram mais de cem pais e mães que protestavam na terça contra falhas na construção de escolas que, segundo eles, resultou na morte de milhares de crianças durante o mais recente terremoto.

A polícia de Dujiangyan arrastou várias mães que choravam e atacaram jornalistas que tentavam cobrir o evento, segundo testemunhas e fotos do protesto.

A parte que me interessou mais foi "segundo testemunhas e fotos do protesto". É uma forma original e eficiente de ajudar a resolver o problema de não termos presenciado pessoalmente um fato.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 03h14

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checa-tudo

Meu trainee IAGO BOLÍVAR conta deste blog do Washington Post, bem interessante, o fact-checker:

O autor checa a precisão de dados publicados pela imprensa, especialmente vindos de autoridades e políticos.
 
O post de hoje é especialmente bom - o Wall Street Journal errou a identidade do autor do blog ao resenhar um livro dele.
 
A análise sobre o número de votos populares da Hillary e do Obama é muito boa também.
 
Ele não fica dando dicas de checagem, mas só de acompanhar os posts dá pra aprender algumas manhas - nem que seja a de deixar um pé sempre atrás.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 02h15

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Congresso anual do IRE

Congresso anual do IRE

logo

Começa daqui a poucos dias o congresso anual do IRE. Obviamente não dá mais tempo de se programar, mas eles costumam colocar os aúdios e material de apoio on-line, no site. E, se você por sorte estiver em Miami, pode aproveitar...

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 15h57

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A última missão de um repórter

Adrian Sudbury é um repórter britânico de 25 anos que tem dois tipos raros de leucemia. Tentou um transplante, sem sucesso. Decidiu devotar as últimas semanas de sua vida a uma campanha para aumentar as doações de medula.

Este é seu blog.

A propósito do mesmo assunto, meu trainee IAGO BOLIVAR me mostrou o blog Textos de Sangue Branco, muito bem feito por um amigo dele.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 15h37

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tecnologia

Web 2.0?

Esqueça!

O futuro se chama Semantic Web e os mais atualizados estão hoje na Web 2.5.

Por trás dos rótulos, o que existe são muitas ferramentas que agregam conteúdo, reúnem informação, facilitam o compartilhamento. E, claro, tudo está cada vez mais voltado para os celulares de tela grande, como o iPhone e os novos modelos que a Windows lança em breve.

No seminário desta manhã, Amy Webb, uma moça que sabe tudo de novas tendências --e ganha a vida dando consultoria a quem não sabe-- apresentou várias dessas ferramentas (você pode acompanhar o site dela neste link).

Abaixo conto sobre algumas delas que podem ser úteis em duas ocasiões distintas -- na apuração e na edição on-line. Vou só listar os sites e ferramentas e deixar que vocês descubram por si mesmo como funcionam, já que explicar um a um levaria pelo menos três horas --o tempo que durou a palestra de Amy:

recursos de apuração

redes de relacionamento: http://www.ning.com/

para achar informação sobre pessoas: http://www.spock.com/

para saber o que estão fazendo na rede as pessoas que você conhece: http://www.spokeo.com/ (é preciso saber o e-mail das pessoas)
[Esta é de dar medo!! Você consegue ver até a lista de livros comprados no amazon.com!!]

para trocar informações (crowdsourcing): http://www.linkedin.com/

para descobrir o que está sendo twitado sobre determinado assunto: http://tweetscan.com/alerts.php

para fazer buscas usando a voz: http://www.midomi.com/

http://pbwiki.com/ para criar uma wiki, que permite trabalhar em grupo com facilidade usando a rede. Desta nós já falamos aqui: a wiki da Abraji.

ferramentas de edição on-line e compartilhamento de informações

http://twitter.com/ para espalhar informação curtinha e freqüente

http://www.conduit.com/ para criar uma barra de navegação que pode ser compartilhada

http://sproutbuilder.com/ para criar uma plataforma widget, que organiza informação de forma fácil de compartilhar

www.mapbuilder.net para fazer mapas interativos

http://qrcode.kaywa.com/ - para gerar QR Codes [anotem: QR codes serão a sensação dos próximos meses!!]

http://www.apture.com/ - para fazer links muito legais, janelinhas que abrem sozinhas e ficam dançando na telaas janelinhas que abrem sozinhas

para saber mais: the Online News Association - http://www.journalists.org/

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 06h46

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Jornalismo investigativo

Jornalismo investigativo

A FGV do Rio abriu inscrições para a segunda turma do curso de especialização em jornalismo investigativo.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 20h10

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Estatísticas para todos os gostos

Foi uma tarde de números no congresso mundial de jornais.

Alguns sobre a situação dos impressos. Resultados podem ser lidos aqui, mas o resumo da ópera é que, apesar da tragédia nos EUA, os jornais aumentaram circulação e número de títulos no mundo, principalmente por causa de Ásia, seguida de América Latina e África.

Na Europa, o lide é que a circulação total não caiu, mas a dos jornais gratuitos abocanhou a dos jornais pagos: eles já são 25% do mercado!

Depois, a AP apresentou uma pesquisa sobre relação do público com as notícias, que pode ser lido aqui. Foi um estudo etnográfico e não pode ser generalizado tão facilmente, mas alguns dos pontos principais foram:

  1. Notícia está ligada a e-mail: a primeira coisa que as pessoas fazem para se informar é abrir o e-mail.
  2. As pessoas checam o tempo todo procurando atualizações porque se sentem entediadas.
  3. O público quer mais profundidade e está frustrado com o que consegue.
  4. Notícia faz parte de algo mais. O público não está interessado unica e especificamente na notícia, mas como parte de várias outras atividades.
  5. Público está cansado de informação cotidiana;
  6. As pessoas não conseguem ficar longe da TV. Algo que está fazendo sucesso são noticiários "satíricos".
  7. Entretenimento em primeiro lugar e esporte em segundo atraem leitura. São os pontos de entrada dos leitores.
  8. Ficar informado é capital social. O público quer achar uma notícia que possa compartilhar, encaminhar aos amigos.

Outra pesquisa feita pelo Instituto Zogby para a Reuters, também inédita, mostrou que 85% dos chefes de redação consultados estão otimistas em relação ao futuro de seus jornais.

Um resumo da pesquisa da AP

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 12h15

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HOJE

O sindicato do Rio vai promover um ato de repúdio hoje às 16h, em frente à Câmara dos Vereadores - que também lembrará os seis anos da morte do Tim Lopes.

http://www.jornalistas.org.br/ler_imprensa.asp?id=904

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 09h21

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Perigos e objetivos

Acabo de sair de uma cerimônia de premiação do jornalista chinês Li Changqing, que foi preso durante anos.

O crime? Noticiar uma epidemia de dengue.

O governo chinês não deixou que ele viesse receber o prêmio.

Pouco antes, a Associação Mundial de Jornais passou um vídeo sobre ataques a jornalistas no mundo todo: assassinatos, espancamentos, intimidação e prisão.

Em cada lugar, de cada maneira, ser jornalista pode ser perigoso. Mas muitos repórteres escolhem assumir esse risco porque se sentem obrigados a tornar públicos fatos muito importantes.

É por isso que não é tão fácil pensar sobre o que aconteceu com os repórteres de "O Dia".

Obviamente eles estavam expostos a um risco alto. Obviamente é preciso ter um plano bem detalhado de como agir nesses casos, mas esse plano não diminui o risco. Talvez minore os danos, apenas.

Por outro lado, é difícil imaginar uma situação em que os jornais simplesmente desistam de cobrir os morros e favelas do Rio. Se fizerem isso, outras pessoas continuarão a ser sequestradas e torturadas, e não haverá ninguém para dar voz a elas.

O que é realmente preciso é fazer algo efetivo contra o que se chama de "zona de exclusão": esses locais em que o Estado de direito não vigora.

O Brasil não é a China do ponto de vista do terror oficial, mas não dá para ser indiferente ao fato de que há locais hoje em que um repórter não pode entrar.

O que é possível fazer? Infelizmente, não tenho a resposta.

Um resumo das palestras que já aconteceram até agora na WAN
Notícias do fórum mundial dos editores

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 06h57

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On-line e interativo

Howard Finnberg, diretor da NewsU, acaba de apresentar no congresso o mais recente curso gratuito da universidade digital, sobre cobertura em hospitais, que tem vários jogos e simulações.

EM PORTUGUÊS

O site do IJnet tem calendário de cursos, artigos, fórum de discussão, notícias sobre bolsas de estudo etc., em português

 

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 04h23

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De graça e on-line

A propósito da violência contra os jornalistas de "O Dia", lembrei-me destes dois cursos da News-U, que são gratuitos, on-line e podem ser feitos quando você quiser:


International Reporting Basics: What You Need to Know Before You Go
Learn how to plan and pack for your trip, and how to gather information and stay safe once you arrive.

Journalism and Trauma
Learn how to compassionately interview victims and how covering traumatic events affects you.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 04h01

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Moodle

Post rápido, do congresso, para quem trabalha na universidade ou se interessa por cursos: uma plataforma digital para cursos, gratuita, fonte livre, sugerida por Rosental Alves: moodle.

Outro software de fonte livre para comunidades virtuais: drupal.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 03h50

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Contra o terror: treinamento e investigação

Copio abaixo a nota que a Abraji acaba de divulgar contra o absurdo que ocorreu com os repórteres do "O Dia". E faço minhas as palavras de um colega da lista, Daniel, sobre o que podemos fazer para combater essa violência:

  • acompanhar bem de perto, com independência jornalística, as investigações do caso
  • promover mais treinamento sobre como trabalhar em situações de risco

Nota sobre episódio envolvendo equipe de reportagem do jornal “O Dia”, do Rio

A Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) protesta de forma veemente diante dos fatos gravíssimos relatados na edição de domingo (1/06) de O Dia, quando uma equipe de reportagem foi mantida durante sete horas e meia seqüestrada, em cárcere privado e torturada numa favela do Rio de Janeiro, na Zona Oeste. A equipe realizava uma reportagem especial em uma favela dominada pela milícia (espécie de grupo privado que atua por conta própria e é composto por policiais, ex-policiais, agentes penitenciários, bombeiros e ex-servidores da Segurança Pública). A equipe de "O Dia" trabalhava em uma casa alugada na comunidade durante duas semanas,  quando foi identificada no último dia 14 de maio.

A exemplo dos traficantes, esses bandos criminosos chamados "milícias" criam áreas de exclusão, nas quais impõem as suas próprias leis, valendo-se da intimidação e do assassinato. Além da barbárie a que submetem os moradores, o que já seria inaceitável, esse tipo de banditismo organizado põe em risco o Estado Democrático de Direito, em desafio aberto ao Executivo, ao Legislativo e ao Judiciário, os poderes da República, que deveriam regular a vida da sociedade.

Em vista disso, a Abraji:

· Solidariza-se com a equipe agredida e com o jornal "O Dia", lamentando que ainda sejamos obrigados a conviver com atos dessa natureza.

· Pede que as autoridades apurem com rigor o crime cometido.

· Considera inaceitável existirem no país “áreas de exclusão”, dominadas por criminosos, onde a imprensa  não pode trabalhar sem sofrer agressões, e onde reina um poder paralelo do tráfico ou da milícia formada por policiais da ativa e ex-policiais.

· Cobra das autoridades para que o Estado aja com mais efetividade nessas áreas, não só reprimindo esses bandos criminosos, mas também levando os benefícios legais e sociais a que as populações que nelas vivem têm direito.

· Alerta as empresas de comunicação sobre a responsabilidade que elas têm na segurança de seus funcionários. A elas cabe avaliar os riscos que eles possam correr.

A Abraji lembra que, neste 2/6, completam-se seis anos do assassinato de Tim Lopes, torturado e morto por traficantes, quando fazia investigação da exploração sexual de crianças e adolescentes em bailes funk. A Abraji surgiu na comoção que se seguiu a morte de Tim Lopes, por isso tem, entre as suas principais preocupações, a luta pela preservação da integridade física dos jornalistas, um assunto que profissionais e empresas têm de se empenhar em debater com mais profundidade. 

Um vídeo sobre coberturas de risco
Post sobre coberturas em situação de risco
O direito de ter medo

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 15h15

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O poder dos padrinhos

Esse encontro do qual vou participar é totalmente baseado num sistema de padrinhos: cada organização "iniciante" --como a Abraji, que eu represento-- terá um padrinho de uma associação masi antiga, como a IRE.

E, como em quase tudo é preciso disciplilna e organização, haverá atividades durante todo um ano, com relatórios mensais.

Algo que eu sempre sugiro para quem quer melhorar, mas não tem tempo ou dinheiro para cursos é: ARRUME UM PADRINHO. Ache alguém experiente que possa discutir suas pautas, melhorar seus textos, tirar suas dúvidas.

É um aprendizado de duas mãos. Aprendiz e professor saem ganhando nessa história.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 08h32

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Na Suécia

Começou há pouco a reunião de que vim participar aqui na Suécia. É promovida pelo ICFJ e tem o objetivo de formar uma rede de organizações de treinamento de todo o mundo.

Ao mesmo tempo está acontecendo, nesse mesmo lugar, uma reunião de interesse mais amplo: o fórum mundial de editores. Devo acompanhar alguns dos seminários --se vocês clicarem no link, vão ver que são temas bem quentes-- e contar para vocês o que ouvir.

DINHEIRO POR IDÉIAS

Meu professor e amigo Rosental Alves, que é professor na Universidade do Texas e diretor do Centro Knight para jornalismo nas Américas, me contou deste programa da Fundação Knight, que financia (com um bom dinheiro) boas novas idéias em comunicação.

Minha experiência mostra que há muita gente nova (ou nem tão nova) cheia de boas idéias por aí. Essa é a sua chance de torná-las realidade.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 08h19

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Contra o terror

Repórteres do "O Dia" foram torturados pela milícia quando faziam uma reportagem numa favela do Rio. Foi no dia 14 de maio, mas o jornal só revelou agora.

Cada um de nós precisa achar um jeito de reagir contra isso.

Escrito por Ana Estela de Sousa Pinto às 05h38

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PERFIL

Ana Estela de Sousa Pinto O blog Novo em Folha é uma extensão do programa de treinamento em jornalismo diário da Folha. É produzido pela editora de Treinamento, Ana Estela de Sousa Pinto, por Cristina Moreno de Castro e pelos participantes do treinamento e pela Redação.

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